quarta-feira, 2 de julho de 2014

Capítulo 3


"Você deve estar de brincadeira." Demetria pensou consigo mesma. "É ele."
As palmas duraram por algum tempo.
- Obrigada, Joseph Jonas, por preservar nosso patrimônio. - assim o prefeito finalizou.
- Me sinto lisonjeado e agradeço pela hospitalidade. Bom festival á todos.- da voz até a roupa, ele era o homem do devaneio de Demetria.
Mais palmas.
Sucinto, educado, misterioso e sexy, essas características representavam bem Joseph Jonas. Após a morte de seu pai, sendo o filho mais velho, toda a fortuna ficou em suas mãos. Para fugir do passado, dos fantasmas e da maldição que assombrava sua família, resolveu mudar de país, trazendo com ele seu irmão, irmã e uma criada. Inglaterra lhe pareceu um bom recomeço, e quando ouviu falar sobre a pequena cidade, com vestígios da Idade Média e reclusa em ceder antigos hábitos pela modernização, ficou encantado. Então, vendeu tudo da vida passada, reuniu sua família e embarcou num navio com três maletas enormes de dinheiro e com uma passagem só de ida para Cornualha. Na concepção de Joseph, este é o começo de uma nova vida.

- Um copo de rum, por favor. - Demetria pagou, retribui o sorriso ao vendedor que a serviu.
Não deveria beber, não deveriam vender bebidas á jovens abaixo dos 18, porém, Demi aparentava ter mais, com seu corpo de mulher e sorriso de moça, ela tinha o que queria, principalmente quando o assunto se tratava do sexo oposto.
Ela precisava do álcool naquele momento. E se tudo o que pensasse fosse maluquice de sua própria cabeça? Por que se importava tanto com aquelas coisas que apareciam em sua mente? Do que adiantava, se tudo o que ela via era impossível impedir? Por que aquela visão em especial mexeu tanto com ela? Por que estava com tanto medo e nervosa? O que tudo aquilo representava? Seu corpo estava frio e sua espinha era recoberta de calafrios. "Se esquente." Comandava á si mesma terminando o amargo, mas necessário, rum. Ela devolveu o copo.
- Quer dançar? - aquela voz roçou no ouvido de Demetria e a fez arrepiar. Todo o frio que sentia foi embora.
Ela se virou e encarou aquele par de olhos negros, enquanto seu cheiro másculo amadeirado enchia o ar em sua volta. Como se o silêncio fosse uma resposta ele a conduziu até o centro onde uma nova música começou a tocar e ela permitiu.
Flautas, tambores, alaúdes, vielas de arco e cornamusas espalhavam música.
Demi sentia o calor que emanava daquele homem, sentia o perigo rondando e tudo o que conseguia pensar era o quão arrebatador era estar nos braços daquele.
Foram feitas duas filas paralelas, uma feminina e a outra masculina. Ambos fizeram reverencia, com passos ritmados eles se olharam, levaram suas mãos, sem se tocar, mas fingindo o toque, começaram a bailar, então, trocavam as mãos.
- Eu conheço você? - a pergunta saiu determinada daqueles carnudos lábios rosados de Joseph.
- Você acha que se esqueceria de mim, caso me conhecesse? - sexy, era pouco para forma como Demi respondeu a pergunta com outra.
- Nos conhecemos. - a afirmação foi bruta da parte dele.
A dança mudou. Ele a pegou pela cintura e segurou a mão de Demetria. O toque na cintura dela a atiçou, era intenso e provocante, e a maneira como ele segurava a mão dela era suave e elegante. Ele sabia dançar.
Os olhos negros dele se voltaram para os amendoados de Demi.
- Quem sabe...
- Eu sei. - ele a apertou contra seu corpo bem definido.
Então ela se perdeu.

" Lábios rosados roçavam os avermelhados de Joseph. Os cabelos vermelhos eram jogados para trás, para o homem poder beija lhe o pescoço e morder o lóbulo da orelha da moça que soltou um suspiro.
- Eu farei amor com você. Eu tocarei você. Eu farei de você minha.
- Eu nunca permitirei. - havia determinação em sua voz.
A imagem se abriu. A ruiva estava acorrentada, com hematomas roxo, extremamente magra e sofrendo, sem deixar uma lágrima cair.
- Então peça que eu pare. - ele ordenou enquanto acariciava os mamilos já enrijecidos através da fina camisola que ela usava.
- Por favor... - gemeu.
Ela se entregou para ele."

Joseph a jogou para trás como passo final da dança e a ergueu. Tudo o que Demetria pode fazer foi se desvincular dos braços fortes dele, contrariando seu desejo e perder-se no meio da multidão do festival. Ela precisava ficar sozinha.

Joseph não acreditava no que acontecera. Ela era a garota dos seus sonhos. Era ela quem ele deveria salvar de si mesmo.
O demônio dentro dele era ela.


Continua...


Ta ficando quente aqui, ou é só impressão minha?
Amores, nos próximos capítulos as explicações e informações virão, ok?
Comentem.
Beijos.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Capítulo 2


Gato, sua 'mãe' e seu 'pai' juntos... Isso só significava uma coisa: Morte.
Seu pai estava morrendo e nada do que ela fizesse impediria sua morte eminente.
- Filha, eu... - seu 'pai' começou a tossir. Sua 'filha' o olhou preocupada. - Já estou bem. - ele parou de tossir. - Queria lhe dizer que não poderei ir ao festival da batalha de Deorham, como percebeu, peguei uma gripe. - ele tentou falar num tom amigável.
- Tudo bem, eu não queria ir de qualquer maneira. - ela sorriu apreciando o esforço do 'pai' em tentar ser agradável e pegou a panela que caiu após um de seus devaneios.
- Não, eu quero que vá. Era um dos festivais preferidos de sua mãe, e só acontece uma vez em 17 anos, este será seu primeiro de muitos.
- Mas, papai, eu preciso cuidar do senhor. - apesar de tudo que o 'pai' fizera para ela, Demetria jamais o trataria com desrespeito e falta de amor.
- Demi, você precisa ir. Eu já separei o seu vestido, foi o vestido que sua mãe usou no último festival, ele é especial e você deve usá-lo. Além do mais, eles farão um anúncio especial essa noite, creio eu que seja algo importante para você.
Demetria sorriu.
- Vai fazer suspense? - ela perguntou juntando as sobrancelhas.
- Hmmmm, acho que tem algo queimando. -ele apontou para uma das panelas que saia uma grande quantidade de fumaça no fogo á lenha.
- Minha nossa! - ela pegou o pano de prato em seu ombro e começou a abanar a fumaça tirando a panela do fogão. - Pai, acho que o almoço vai atras... - ela se virou e seu pai não estava mais ali. - Ele provavelmente voltou para a oficina. - falou sozinha.

O sol começava a se pôr enquanto a cidadezinha termina os preparativos para o importante festival.
Demi passou a tarde fazendo dever e arrumado a casa, como de costume, desocupando a cabeça de quaisquer preocupações. Depois de tudo finalizado ela foi para a oficina de seu 'pai' que estava vazia, mas havia um bilhete em cima da mesinha de madeira com ferramentas. "Demi, fui na farmácia comprar um cumprido. Não se esqueça de se arrumar antes da noite chegar. Assim que chegar eu descansarei. Bom festival."
- Ele pelo menos ta se cuidando. Mesmo que... - ela espantou a ideia de morte. A dor que sentia só de pensar nisso e saber que nada pode fazer para salvar quem tanto ama era insuportável. - Se arrumar! Demi, vá se arrumar. - na tentativa de mudar o foco de seu pensamento ela voltava para casa e se direcionava para seu quarto.
Um vestido turquesa de veludo estava estendido sobre sua cama. Demetria reconheceu o vestido na hora, era o mesmo de sua visão, exatamente igual! Simples e longo. Seu coração disparou. Ela, com o tempo, soube interpretar seus devaneios, mas nunca teve um como aquele que tivera nesta manhã, não sabe como interpreta-lo e o que significa. Nada a assustara mais quando seus olhos amendoados encararam aquele pano.
Com a respiração ofegante ela se vestiu e encarou-se na velha penteadeira de carvalho branco. Sua aparência era praticamente a mesma de seu devaneio, mas seus cabelos, dourados como ouro a diferenciava. Vendo uma oportunidade de distinguir-se da mulher que vira, resolveu deixar seu cabelo longo em evidência, trançando-o.  E então, pensou em sua 'mãe'... E em como linda ela ficaria naquele vestido. Sorriu satisfeita no espelho.
Sua 'mãe' não casava de lhe contar a história de Deorham, e Demi, por sua vez, não casava de ouvir. A batalha de Deorham foi um encontro militar decisivo entre os britânicos célticos e saxões ocidentais em 577. Entre seus vários resultados, a separação ética e cultura entre a Cornualha e Devon, cujo era o motivo do festival e orgulho de sua 'mãe'. Dizia ela ser descendente de saxões ocidentais que ganharam a batalha, e por isso amava tanto a cidade, pois seu povo conquistara o direito cultural livre.
Chegando na praça onde acontecia o festival o sol se pôs, e Demi observava as tochas, barraquinhas de comida, bebidas e o teatro da batalha feito por crianças do nono ano. Todos ali vestiam roupas medievais e sorriam ao beber uma taça de vinho atrás de outra. Ela entendeu porque sua 'mãe' adorava aquilo. A alegria, as vibrações positivas, a sensação de Idade Média e a mágica do céu estrelado acima fazia daquele momento uma resplendorosa noite de alegria para a cidade.
- Gostaria de fazer um anúncio. - o prefeito declarou chamando a atenção de todos para o centro da praça após o término da peça de teatro. - Quero que todos deem as boas vindas ao novo dono do majestoso Castelo Tintagel. - falou enquanto introduzia o homem ao seu lado para o centro das atenções e começava uma salva de palmas.
"Você deve estar de brincadeira." Demetria pensou consigo mesma. "É ele."

Continua...


Curiosos? Vocês estão gostando?
Por favor, comentem.
Beijos.



sexta-feira, 27 de junho de 2014

Capítulo 1


- Você nunca foi a filha que eu merecia. - o ferreiro gritava com uma garota que descia a rua.
Mais uma briga matinal. Demetria secou a única lágrima que escorreu por sua bochecha e continuou o caminho para escola. Ela já estava atrasada e resolveu pegar um atalho, observando as cores cruas que recobriam as casa e ruas da cidadezinha que se recusava a modernização. As nuvens densas e escuras faziam neblina naquela manhã. E então, subitamente, o corpo de Demetria se chocou contra a parede, seus olhos permaneceram abertos e ela já não estava mais ali.

"-Venha, pule! - o homem sorria estendendo sua mão para a jovem que Demi tinha certeza ser ela, a não ser pelos cabelos, vermelhos como o fogo.
Ela olhava para a mão do cavalheiro, forte e robusta, levantando a cabeça viu o sorriso dele e as órbitas negras de seus olhos brilharem ao ver o retorno das covinhas da mulher.
A donzela levantava a barra de um longo simples vestido de veludo turquesa enquanto pulava para uma pedra do riacho que atravessavam, recusando a mão do cavalheiro.
- Posso fazer isso sozinha. - ela levantava uma de suas sobrancelhas e o olhava com desafio. 
- Como quiser. - ele fez uma reverencia. - Mas aposto que não me alcança. 
Era uma corrida. Ela aceitou o desafio e começou a pular loucamente as pedras no caminho para atravessar o riacho. Ela o alcançou na ultima pedra e o cutucou por trás, quando ele se virou, não era mais o cavalheiro que lhe estendeu a mão. Era um... Demônio."

Demi suava de volta a realidade. Nunca havia acontecido um devaneio tão forte dessa maneira. Ela abriu o celular antigo, com apenas uma torre de sinal e viu que tinha perdido metade do primeiro horário. Então ela correu, enxugando a testa de suor.
"Mas o que foi que aconteceu comigo?" Demetria se perguntava enquanto se sentava constrangida  pelo atraso na sala de aula. Ela vasculhou a memória em busca de detalhes que não percebeu na hora. Eles estavam numa floresta desconhecida para ela, o riacho era muito fundo, pois, apesar da água ser cristalina não era possível visualizar o fundo e devido a roupa de ambos, eles não se encontravam na época atual. Demi se forçou mais um pouco na procura de algo. Castelo. O Castelo Tintagel estava no fundo das altas árvores, que apesar de altas, não tiravam a visão do enorme castelo, símbolo da riqueza de sua cidade na Idade Média. Porém, estava se desintegrando e a prefeitura não continha o dinheiro para sua regeneração e preservação. "Preciso ir lá". Demi concluiu.
O mais importante : Quem era aquele homem?
A aula acabou, Demi foi através da praia para sua casa, perturbada com tudo aquilo em mente e nenhuma maneira de interpretar o que viu. As nuvens que recobriam o céu se foram, mas o frio era presente. Ela conseguia ver o castelo de longe, em cima de um rochedo de frente para o mar. Como Demi amava aquele lugar. Desde criança ia para lá quando brigava com seu 'pai' e gostaria de chorar, adorava descobrir suas inúmeras passagens secretas e brincar de ser uma princesa. Sempre deserto, o castelo lhe inspirava, e se fazia seu lar, mesmo o dividindo com aranhas e muita poeira.
Chegando em casa foi fazer o almoço. Sua casa era simples, de madeira, com poucos cômodos e um estábulo transformado em uma oficina para seu 'pai' exercer a profissão de ferreiro. Seu pai é homem humilde e amava a mulher mais do que tudo, mas, após a morte de seu amor ele mudou, ficou frio e distante. Demi sempre soube sobre sua adotação, foi adotada aos 12 anos e 2 anos depois sua 'mãe' morreu. Ela nunca quis saber sobre seus pais biológicos, se a largaram, não mereciam saber dela. E atualmente, seu pai quando discute sempre utiliza o argumento da adoção contra Demi, o que a machuca muito.
O panela que Demi segurava caiu no chão.

" Seu 'pai' fazia carinho em um gato branco, que ronronava feliz. O gato saiu do seu colo e foi caminhando até se enroscar no pé de uma mulher que o pegou no colo. Era sua 'mãe'."

- Menina, acorda! - seu pai gritava.
- Pai! - Demi o abraçou.
- Ow, Demetria, me perdoe por hoje. - seu pai nunca pedia perdão.
- Ta tudo bem!
Gato, sua 'mãe' e seu 'pai' juntos... Isso só significava uma coisa: Morte.


Continua...


O que acharam, pessoal? Comentem, por favor.
Beijos.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

I´m back, loves 。◕‿◕。

Hey, guys.
Senti saudades de vocês... Mais do que eu gostaria de admitir e agora estou de volta! De volta por 2 semanas, mas de volta e junto comigo vem a nova fic que escrevi.
A nova fic é repleta de surpresas. O que acham de uma sinopse?

            Faith (Fé)

Demetria nunca imaginou que os pequenos devaneios que aconteciam frequentemente dentro de sua cabeça fossem tão preciosos. Como terceira anista em Bach High na Cornualha ela nunca se destacou com as notas, como filha adotada de um ferreiro não conseguia fazer o pai orgulhoso e no quesito amizade nem sequer conseguia entender a necessidade de amigos. 
Mas toda sua vida vira de cabeça para baixo quando um de seus devaneios insanos aponta para um homem, um homem que nunca conheceu, e de forma surreal muda sua vida, tudo fica ainda mais confuso quando este homem aparece na cidade como novo morador do histórico Castelo Tintagel, o qual Demetria invadia todos os finais de semana tentada a descobrir suas passagens secretas. Seu objetivo era saber quem ele era, mas esse objetivo muda a partir de uma noite, quando ela invade o castelo e faz uma descoberta.
Os devaneios que Demetria tanto julgava a mantiveram viva e de alguma maneira a fizeram não perder a fé.


Gostaram? Comentem. Postarei o primeiro Capítulo amanhã.
Beijos.



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Capitulo 8 - Desejo.

cp 8

- Onde estou? - os olhos de Demetria se abriram e olharam ao redor. Era uma sala. Não tinha cômodos, cortinas. O teto era de vidro, o chão era de vidro. Não havia paredes, era vidro. A sensação era como se a chuva a molhasse, porém, ela continuava seca. Dos braços fortes se desvinculou. Seus pés tocaram o vidro gelado... As portas fecharam. O brilho nos olhos de Demetria eram intesificados a cada trovoada.
- Na ala oeste. - rouca e de forma branda a voz era.
Demetria se virou e tentou enxergar algo daquela criatura que a observava. E se aproximava cada vez mais.
- Quem é você? - Demetria tinha a respiração ofegante.
Silêncio.
Demetria levantou a mão na altura do rosto de nosso desconhecido, mais uma trovoada, seus cabelos eram negros. E então acariciou seu rosto, retirando alguns fios de cabelo de sua face, um cabelo grosso, macio e forte. Ele retirou a mão dela dali.
Ela recuou, se aproximou mais das paredes de vidro e observou lá fora. Ela se lembrou que da última vez que ficara tão exposta a chuva presenciou um assassinato. Será que acontecerá novamente? Será que já está acontecendo?
- Por que me trouxe aqui? - a voz de Demi estava baixa e controlada.
- Vamos jogar.
- Como?
- Jogar.
- Por que?
- A vida é um jogo: ou você aprende a jogar, ou quem perde é você. A cada resposta sua eu chego mais perto. - ele sabia que ela o queria.
- Começa. - Demetria engoliu a seco.
- Qual a pior coisa que já fez? - a voz agora era sedutora.
- Amar.
Ele deu 2 passos a frente.
- Qual a melhor coisa que já fez?
- Amar.
Ele se aproximou ainda mais. E então parou, deu um longe suspiro e agarrou a cintura de Demetria, segurou sua mão e a pressionou contra a sua própria.
- O que esta fazendo? 
- Psiu...
O perfume másculo dele enchia suas narinas. Ele começou a se mover. Um passo, Demi o acompanhava, mais um. Eles estavam valsando. Era como flutuar na mais doce nuvem de uma paixão. Sentir a pulsação do outro que mais deseja se fazer presente ao lado. Querer uma vida. Porém, ela sentia o cheiro de chuva nele, sentia cheiro de sangue, e entendia que aquele homem era impetuoso, desejou naquele instante parar e nunca mais voltar ali, mas ela queria isso. Queria a adrenalina a mil, ser tocada da forma mais excitante possível.
- Então, anjo de cabelos ruivos, você já amou.
- Amo. - corrigiu ela.
- Você é pura?
- Pura em que sentido? - Demi perguntou mas logo sentiu o sorriso daquele ser sexy. - Sim, sou.  
- E como é ser tocada? - Ele a apertou contra si a desceu sua mão ate a bunda de Demetria. Um pequeno gemido foi exprimido por Demi. - Ser desejada? - por baixo do roupão e da camisola dela ele colocou a mão e tocou em sua pele macia como a seda de sua camisola. E ele por fim depositou sua mão por cima da calcinha em sua parte intima, a virou, fez ela ficar abrasada de costas para ele, ele explorou o local por cima do pano, com movimentos extremamente precisos. Demi mordeu o lábio. Os movimentos dos dedos dele começaram a acelerar. Ela estava molhada. - Peça.
- O que? - quase como um gemido Demi perguntou.
- Peça por mais e terá mais, se não...
Demetria se submeterá a isso? 

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Gente, vão ser 2 semanas seguidas de provas fodas, espero que entendam minha demora! Desculpem! 
Oq acharam do cp? COMENTEM!
Beijins :*

domingo, 8 de setembro de 2013

Capítulo 7 - Meu lindo sonho.

cp 7

 Demetria terminara de limpar a ala leste do segundo andar com muito cansaço. Evitara qualquer presença durante o trabalho, depois do conturbado primeiro contato com Jonas, ela só gostaria de paz e sossego.  Quando a noite chegou a chuva estava extremamente voraz.
- O jardim está praticamente alagado! - Sra. Wilson reclamava alto na cozinha após o jantar.  - Terminem isso e vão para seus dormitórios. - a irritação estava óbvia em seu linguajar.
Após algum tempo a cozinha estava vazia de empregados Demetria entrou, Rubia fitou seu corpo todo sujo e o pequeno coque.
- Sinto muito, Demetria. - a garota entendeu. - Escolha um quarto. Use o banheiro principal do quinto andar e deixe a porta encostada, providenciarei roupas e uma toalha. Sua família, provavelmente, está ciente. - Rubia observou a janela que sustentava a visão da chuva.
Sem hesitar Demetria fez uma rápida referencia e se direcionou para o quinto andar. Ao subir os andares ela podia observar nas paredes cobertas de veludo negro a sombra dos pingos de chuvas. Os castiçais espalhados pela escadaria iluminavam pouco, porém o suficiente. Quando um trovão soou algo fez com que o coração da menina acelerasse incessantemente. Com relutância ela foi soltando seus cabelos e os cachos caíram... Era como se estatuetas no teto as observasse.
Toc, toc.
- Entre. - na banheira com água quente, Demetria relaxava enquanto via a figura de Rubia deixar um belo vestido amarelo e uma camisola de seda branca, com roupas intimas e necessárias, além de alguns acessórios como escova de dente e cabelo, e sapatos.
- Boa noite, Demetria.
- Obrigada por me hospedar, boa noite. - assim ela se retirou.

Deitada na cama com lençóis de seda tudo e ao mesmo tempo nada se passava pela mente da garota. Ela não gostaria de raciocinar, pois sabia que a levaria abeira da insanidade.  Um ruído se fez presente. Passos. Demetria não conseguia controlar o que estava prestes a fazer, ela calçou os sapatos e simplesmente se esgueirou pela porta, ao encontro dos passos que se espalharam silenciosamente pelo corredor. A figura alta e corpulenta era guiada com determinação. As janelas sem cortinas que acalcavam o teto até o chão era como uma tela da tempestade que caia lá fora. Todos os candelabros estavam apagados, Demetria só conseguia visualizar alguma fisionomia da pessoa que perseguia quando um relâmpago acontecia, a sombra era vista na escadaria com várias estátuas a observando. A inocência guiava Demi, enquanto o outro ser era guiado pelo instinto. E então ambos pararam. Era a ala oeste. A figura parou, Demetria recuou. Havia uma enorme porta de madeira. Uma janela aberta que, apesar, de toda aquela chuva era possível visualizar a luz da lua. Um trovão acompanhado de um relâmpago foi propagado ali perto, a figura estendeu a mão para Demi. Os compassos do coração do corpo que estava debaixo da seda branca eram incrivelmente rápidos.
- Vem comigo? - era uma voz sexy masculina.
Demi não respondeu. Ela tentou observar seu rosto, mas nada, seus olhos estavam de extremos a extremos... Ela balançou a cabeça lentamente em um gesto incompreensível. Deu um passo para frente. Tocou na mão daquele ser, estava tão fria, e logo retirou recuando.  Borboletas voavam no estomago da garota elevada ao extremo de excitação. Queria aquilo... Poder se deixar levar. Mas ela não podia, era a ala oeste. Encolheu a mão e abaixou a cabeça.
- Eu gosto de olhos que sorriem, de gestos que se desculpam, de toques que sabem conversar e de silêncios que se declaram. - a mão que antes estava estendida agora já estava na cintura da moça que tentava enxergar, a puxando. Ele sabe que ela quer isso, seu silêncio apenas provou ainda mais seu desejo.
- Minhas pernas estão bambas... - a voz rouca de Demetria soou.
- Eu te ajudo. Feche os olhos. - Ele a pegou no colo.
As portas de madeira se abriram instantaneamente. Naquele momento ela pertencia a ele. Dentro do mundo dele. Mas... Quem é ele?
E era apenas como um sonho. "Meu lindo sonho." o pensamento de Demetria a deu forças e então fechou os olhos.
                                                        *************

E ai gente, oq acharam do cp? *-* Gostaram? Me desculpa a demora, mas agora eu vou demorar mesmo pra postar. As provas começaram e eu estou sem tempo. Sinto muito :/ Obrigada pelos comentários lindos! :3

Respostas:
Karoline: que fofa você! Muito obrigada... e vai dar um rolo mesmo por um tempo. Mas logo logo tudo vai se explicar. Vc ficará surpresa *-* Gostou desse cp? Sua opinião é importante pra mim. Claro que divulgarei! Beijos.
Kika e Pati: kkkkk obrigada pelo carinho. Postarei sim... Obrigada. Beijos.
Yumi e Rafa: vc não viu nada ainda. Vc gosta? hahahah então vc vai adorar essa! O assasino é quem menos espera. Beijos.
Fã forever: muito obrigad! Beijos.
Anony: muuito safada haha. Beijos...

Divulg de um blog perfect: http://eusonhocomjemi.blogspot.com.br

Comentem! *---------* Beijos.


DEMI, PARABÉNS. Tenho orgulho de você.  Stay strong!

Capítulo 6 - Qual é esta pista?

Cp 6

Joseph não sabia como um anjo de lindos cabelos avermelhados caiu do céu direto para aquele inferno do turbilhão de sentimentos e de desejos carnais. Ele só sabia de uma coisa; ele a quer. Quer devora la e ouvir o grito de seu nome nos braços daquele que a possuirá. Quer retirar toda pureza daquele anjo e transfora la em elemento de possessão. Penetrar em sua alma e a fazer dele.
- Sim, madrinha? - o sorriso falso era óbvio.
- Desça, quero introduzi-lo a nossos novos hóspedes. - ela guinchou no braço do forte cavaleiro que a guiou até a mesa do almoço. - Este é nosso afilhado, Joseph Jonas. Está é a Srta. Hudgens.
- É um prazer conhece-lo. - Vanessa esticou os lábios de maneira travessa.
- O mesmo, senhorita... - os olhos cheios de luxo de Joseph brilharam.
- E o Sr. Efron.
- Já ouvi muito sobre o Sr. - Zac levantou uma sobrancelha ao pronunciar a frase.
- Espero que só coisas boas.
- Talvez...
- Sente se, afilhado. - Sr.Wilson pronunciou sem delongas.
- Já fiz minha refeição, padrinho.
- Faça nos companhia. - Rubia foi mais delicada.
- Estávamos falando de um assunto que o interessa, Joseph. - a informalidade de Ian era evidente - O serial killer.
- O pegaram?
O silêncio no local foi crítico.
- Pretendemos. - Zan o informou.
- Tem alguma pista? - Joseph queria respostas.
Ian limpou o canto da boca e se levantou.
- Com licença. Joseph, faça me o favor. - Ian o chamou.
Joseph fez uma rápida reverencia que logo foi retribuída por todos e então se retirou. Seguindo o Sr. Somerhalder até a sala de música ele os trancou.
- Joe? - a denuncia de que toda formalidade foi jogada fora se presenciou.
- Ian... - Joseph se virou e encarou o piano.
- Temos uma pista.
- Qual é esta pista?
- Você. Joe, seu pai foi morto há 10 anos atrás. Como ele foi morto?
- Afogamento. - frieza era a unica coisa que definia o tom de voz do rapaz.
- 2 anos após a morte de seu pai sua babá de infância foi morta. Como?
- Foi jogada no poço da cidade.
- 3 anos após...
- Minha unica avó viva faleceu no banho.
- 4 anos após...
- Meu irmão morreu com água envenenada.
- Há 10 meses atrás...
- Minha mãe foi morta...
- Alguém a torturou com água ácida. Sabe quem morreu esses dias?
- Sr. Frances. Meu primeiro professor.
- Ele foi acorrentado e jogado no rio. Sabe se lá quem mais morreu nesse período de tempo. Quem vai ser o próximo, Joe? Seu padrinho, o Nick, o Liam? Quem for esse ser tem algo haver com você e algo muito forte.
- Você acha que eu não percebi isso, merda? - Joseph socou o piano de mármore. - Por que você acha que eu estou neste fim de mundo? Estou me escondendo, Ian. - o tom de frieza usado pelo homem virou raiva.
- Mas ele te achou.
- Eu não tenho mais para onde ir. - e o que ele mais poderia temer poderia acontecer.
- Pegaremos este cara. Você só tem que me ajudar. O intervalo entre as mortes de conhecidos está diminuindo, significa que algo aconteceu para ele voltar a tona desta maneira. A assinatura dele é a água.
- Prometo que farei tudo o que puder. - Joseph fitou Ian, que e seguida o abraçou. - Proteja está casa, Ian, por favor.
- Mandarei os meus mais confiáveis guardas. - eles se soltaram. - Cuide se, amigo.
Assim Joseph permanecera sozinho na sala de música.
Nada fazia muito sentido desde a morte de seu pai. Joseph sempre fora forte e sabia se defender, mas quando se tratava de assuntos tão meticulosos com vínculos familiares ele nunca fora o mais indicada para lhe dar com emoções. Seu pai fora seu herói da maneira mais brusca na cabeça de um garoto que era um adolescente quando a morte o acertou, tudo mudara de tal forma que o adolescente teve que instantaneamente se tornar um homem para sustentar a família. E no mês seguindo após o falecimento do pai descobrira que sua mãe estava grávida. Joseph começou a trabalhar, trabalhar em tudo e em qualquer coisa, tudo para conseguir alimentar sua família. Fora ocorrendo um desastre atrás de outro... Até Joseph vir parar onde parou.
A casa dos Jonas sempre fora modesta, pai, mãe, babá, avó e um cachorro. O Sr. Jonas trabalha como agricultor em uma plantação de milho, a mãe cuidava da casa e da educação de Joseph, que nunca fora para a escola, a babá tratava das necessidades do garoto, além de auxiliar na arrumação da casa, e o cachorro sempre fora o sonho de consumo do menor na casa dos Jonas, e quando Joe aos 9 anos ganhou Brutos ele fora realizado. A casa nunca fora tão normal desde então... Risadas, festas e muita alegria prevalecera. 
Sentado em sua poltrona depois de uma segunda feira brava de trabalho o homem observou o filho brincar e sorriu.
- Joe? - o pai queria a atenção do filho.
- Sim, papai? - sem hesitar o menino lhe ofereceu carinho.
- Venha aqui,  - Joe se sentou no colo dos joelhos bambas do pai - posso lhe contar um segredo? - o garoto balançou a cabeça em sinal positivo. - Quando chegar a hora de encontrar sua mulher, meu filho, só garanta uma coisa, ela deve possuir eterna juventude. Não estou falando de beleza, Joe, estou falando do coração. A juventude que ela guardar no coração deve ser eterna. O sorriso, mesmo depois de velha ainda deve existir. A afeição amorosa, mesmo que complicada deve ser demonstrada e presente na união entre vocês. As brincadeiras e a ligação deverá ser tão forte quando ao primeiro toque. Faça dela uma chama de paixão e amor que nunca apagará, mesmo se a vela estiver gasta e exposta a chuva. Nunca esqueça de ser feliz ao lado de quem ama e fazer felicidade. Me promete? 
- Prometo, papai. 
- Quando estivermos velhos e capengas cuidará de mim e de sua mãe como cuidamos de você? E sustentará a família com o que puder?
- Claro, meu pai. 
Naquela mesma noite ele foi morto.
- Sr. Jonas? - a voz aguda se anunciou no comodo. 
- Srta. Hudgens? - ele se virou a encarou a morena com um belo vestido verde, que realçava seu tom de pele e dava vida aos cabelos negros e encaracolados preso a um penteado requintado. - Há que devo a honra?
Vanessa fechou a porta atrás deles. Se aproximou e encarou o olhar ainda triste de Joe, por estar se relembrando do passado. A mulher contornou o peitoral de Joseph com um dedo demonstrando um tanto que de desejo.
- Gostaria de lhe fazer um convite.
- Estou as ordens. - o olhar cabisbaixo cedeu lugar ao sorriso safado.
- Sabe onde é meu quarto? - ela se aproximou de tal maneira que roçou os lábios no pescoço do homem a sua frente.
- Faço uma ideia...
- A porta estará aberta esta noite. - uma mordida foi dada no pescoço exposto do Sr. Jonas, após a Srta. Hudgens se retirou. 
Com a chegada da tarde a chuva começou.
                            ******
Respostas;
Kika; awwwn sua fofa! Ja postei! Espero que goste *-* beijos
Karoline; somos duas! Te deixei esperando muito? Vai valer a pena! Você suspirara muito com essa historia ! Beijos
Scarleer; muita coisa vai rolar! Kkk muita! Obrigada. Beijos.
Fã forever; kkkkkk ninguem agüenta :3  postando# beijos
Giulianna; #postando
Anônimo; obrigada pela divulgação....

E ai garotas, gostaram? Beijos! 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Capítulo 5 - Uma história de amor?


cp 5

A surpresa no rosto do prefeito era de tal maneira esperada.
- Nunca obtivemos algo assim antes na cidade, de imediato chamei os detetives Zac Efron e Vanessa Hudgens. - as pessoas que era desconhecidas foram apresentadas. - Espero que não se importe. - o detetive soava profissional.
- Mas de maneira alguma. - Sr.Wilson sorria - Sejam bem-vindos.
Demetria se sentia uma intrusa. Não deveria ouvir conversa dos outros. Assim sem delongas subiu para o andar superior. O assunto a atraia profundamente. A garota era constantemente assombrada por lembranças e sons, nada melhor do que esclarecer tudo aquilo e saber com o que está lhe dando. A biblioteca era um bom lugar para retirar seus pensamentos dos pesadelos.
Com delicadeza, Demetria observou a imensa biblioteca, com milhares de livros espalhados por muitas prateleiras. Sem delongas posicionou a escada na primeira faixa de livros, a qual estava perto ao teto, pegou o espanador e começou a limpar. Seus olhos passavam por vários títulos de livros, alguns até mesmo a interessavam, e então repentinamente parou. Retirou um livro e o abriu. A história da gata borralheira encheu-lhe a imaginação, nas primeiras páginas devorava o livro, porém aos poucos foi ficando atenta aos detalhes que eram proporcionados a ela... "O sonho é um pedido de seu coração, e seu coração é puro, Cinderela." a Fada Madrinha fez Cinderela sorrir. "Por isso, seu sonho se realizará.".
- Sabia que encontramos nos livros aquilo que a realidade nos limita?
Involuntariamente o corpo de Demetria foi para trás e caiu, só o que pode fazer foi fechar os olhos. Sentiu todo seu corpo ser sucumbido no ar e então agarrado por mãos fortes. Quando abriu os olhos outro par as observava.
Parecia tão indefesa e pequenina naqueles grandes braços que a rodeavam. Aqueles olhos escondiam muita coisa, era como contar estrelas num lindo céu de verão.
- Não, não sabia. - respondeu desconcertadamente enquanto se desvinculava daqueles... deliciosos braços. - Obrigada por.. - gaguejava como uma criança aprendendo a falar.
- Eu a assustei, o minimo era te ajudar. - o sorriso era tão lindo quantos os olhos. - Um conto de fadas, uh? - ele se abaixou e pegou o livro.
- Sim... Eu...
- Uma história de amor?
- Não. Uma história de aventura, mágica...
- Por que não uma história de amor? - o tom de provocação era excitante.
- Nunca me dei bem com histórias de amor. - as bochechas de Demi já estavam rosadas.
- E então?
- Então, comecei a inventá-las. Quebrei a cara, o amor não se inventa, constrói se.
- O amor não existe, na verdade existe somente nos livros...
- As pessoas acham que o amor verdadeiro não existe, porque elas passaram a não acreditar nele, por isso ele foi desaparecendo, ele é como uma pedra preciosa, é raro você encontrar, mas não quer dizer que não exista. - as palavras da garota que pouco conhecia sobre o amor atingiu o cavaleiro que a admirava.
Ele era tão lindo quanto a primeira vez que ela a viu saindo apressado do gramado. Joseph. Nunca esqueceria aquele nome. Seus trajes eram impecáveis, os cabelos negros a enfeitiçavam. Robusto, alto, e extremamente sexy.
Ele a entregou o livro.
- Tome mais cuidado da próxima vez, talvez eu não esteja aqui para salva-la. - ele sorriu.
- Não preciso que me salve. - Demetria segurava o sorriso, toda aquela tentação a estimulava.
- Se tivesse falado isso 5 minutos antes estaria caída no chão.
- Se o senhor não tivesse me assustado estaria limpando...
- Estaria lendo.
- E limpando. Foi um prazer conhece-lo, mas com licença, preciso limpar. Ocupará esse comodo?
- Estou aqui, não? - ele se aproximou dela.
- Então, se me permite... - Demetria se retirava quando ele a impediu, encontrando-se no meio do caminho.
- Não permito. Gosto da sua companhia. - ele a examinou da cabeça aos pés.
- Perdão, mas fui ordenada a... - ela tentou se retirar, porém o que conseguiu foi ficar cara a cara com aquele homem que a levava ao seu limite.
- Estou lhe ordenando que fique. - ele falava e fitava sem disfarçar os lábios carnudos de Demetria. - E me satisfaça... - ele segurou a cintura de Demetria com as duas mãos e a pressionou.
- Joseph! - a voz de Rubia se fez presente no andar. Foi tão rápido que não houve tempo da garota agir.
- Isso não terminou ainda, Ruivinha. - ele piscou e se retirou.
Os tremores que aquele pedaço de mal caminho proporcionou a nossa Demi são indescritíveis. Ela queria poder se sentir envolta daqueles fortes braços novamente. O arrepio percorrera a espinha do indefeso ser. Demi assoprou um fio de cabelo solto. Ela não poderia sentir aquilo. Não novamente... E um delicioso sorriso escapou.
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Muito obrigada pelos comentários! Vocês são maravilhosas! O que estão achando da história? O que está faltando? Estão gostando?
Respostas aqui.Comentem, por favor.

sábado, 20 de julho de 2013

Capítulo 4 - Emprego?

cp 4

- Volte antes da meia noite, Joseph.- Rubia ordenou. - Demetria, passe o açúcar por favor? - sem pestanejar, a garota obedeceu.
Demetria perdera Joseph de vista. E só se deu por vencida quando ouviu o portão bater.
- Meu afilhado se encontra meio perturbado esses últimos dias. - a explicação da mulher foi direta. - Então, terminou os estudos?
- Sim.
- Qual profissão pretende seguir?
- Gostaria de realizar mais estudos fora do país.
- Entendo. Como vir trabalhar aqui te ajudaras?
- Preciso ter carreira em outras profissões e recursos financeiros. Trabalhando aqui já adquiro experiencia, sem contar com a ajuda econômica.
- Esperta.
- Obrigada.
- Sra. Weasly contou-me...
- Sim, sou um desastre. Porém, a unica coisa que sei fazer em forma de trabalho brutal é limpar. Isso eu garanto para a senhora. Não tenho um vocabulário extenso, não possuo boas maneiras avançadas, mas tenho um sonho. A distância entre sonho e conquista chama-se atitude e eu farei de tudo para alcança-lo, trabalhar aqui me ajudara, além de me por em contato com pessoas de alta classe. Se a senhora me admitir não irá se arrepender. - por fim Demetria se serviu com um gole de chá de camomila.
- Quando pode começar?
O sorriso no rosto da jovem era tão evidente e verdadeiro que iluminou todo o jardim.
- Quando a senhora permitir.
- Amanhã as 7 da manhã. Te espero aqui.
- Estarei presente.
- Entenda, você não possui olhos nem ouvidos quando entra nesta casa, tudo o que presenciar morre aqui. Seu apagamento será semanal, 20 euros, todos os cômodos da casa deverão estar limpos ao final de cada 3 meses. Seu único dia de folga é no domingo. Terá 3 refeições por dia. Seu turno de cada dia acaba as 10 da noite. A carruagem te traras e buscaras.
- Sim.
- Tenha um ótimo dia.

A noite se fez presente na cidade.
- Demetria, você irá trabalhar amanhã cedo pare de tocar esse piano! - Selena estava inconformada.
- O que está acontecendo aqui? - Sr. Weasly entrou no quarto. - Demi... - seu pai era o único que a chamava assim.
- Eu não consigo evitar...
- Se você ainda não desistiu, pequena, é porque sabe que vale a pena. Boa noite, minhas garotas. - o pai sorriu e foi deitar-se.
- Ha. - Selena bufou e foi dormir.
A noite não parecia tão sombria com a melodia. Demetria não dormia direito desde... O som de correntes sendo arrastadas pelo matagal não só ecoava em sua mente, mas a perturbava profundamente. O som do piano era o único que de fato a acalmava.

- Bom dia, Demetria. - Rubia estava elegante com o pescoço, braços, mãos cobertos de jóias. O vermelho destoava na mulher, com grandes seios, olhos marrons e um cabelo extremamente loiro. Não era de se surpreender que o magnata Sr.Wilson tenha casado com Rubia, que aparentava uns 40 anos.
Um rápido tour foi feito pela mansão.
- Comece por onde quiser. Aqui. - Rubia lhe deu um molho de chaves. - Você é a unica empregada que contem essas chaves, se algo acontecer você será responsabilizada. Existe alguns cômodos trancados. A maior chave é de seu quartinho que está entre a sala de música e a sala de jogos no segundo andar. Lá contem todos os equipamentos e produtos que precisar para limpar. Espere a respectiva pessoa do quarto se retirar para limpar. - a mulher ja se direcionava para a saída quando...- Demetria?
- Sim? - a menina se encontrava maravilhada.
- Nunca, em hipótese alguma, se direcione para a ala oeste. Nunca. Volto para o almoço.- assim se deu casa a fora.
O que teria na ala oeste? A garota não tinha tempo para perguntas, tem um grande trabalho pela frente. Um suspiro longo ecoou na sala. Enquanto caminhava até seu quartinho Demetria notou que havia vários empregados por toda a casa, cada um com sua função. Porém, era a unica empregada mulher. Isso a assustou um pouco.
Quando o relógio deu 12 badaladas a recepcionista abriu a porta para Sr. e Sra. Wilson, uma diferente jovem, um homem a qual se impressionara pela beleza e para a surpresa de Demetria, Sr.Somerhalder o detetive. Assim que todos se sentaram, Demetria se retirou do  local para o cômodo ao lado. O medo de ser vista pelo detetive a pressionou.
A comida foi posta na mesa da casa dos Wilson, o clima era extremamente perspicaz.
- Vamos direto ao assunto. - Sr. Wilson nunca gostou de rodeios. Um homem com aparência de 47 anos, com um nariz um tanto quanto batatudo, sua  calvicie era evidente apesar de ainda lhe restar um tufo negro de cabelo. Seu terno o deixava com uma postura alta, seus olhos amendoados eram fascinantes. - Qual a conclusão?
- Sr. Wilson, sua cidade abriga um serial killer. - a voz do detetive nunca soou tão decisiva.

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Amei todos os comentários! Os respondi na pagina dos comentários mesmo... OBRIGADA! 
Divulg.: http://mytoxicparadise.blogspot.com.br/

Comentem, gatas :3 beijos. 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Capítulo 3 - Chá das 5?

Cp 3

- Homicídio. Alguém acorrentou um pessoa e a jogou no lago. - o sotaque britânico na voz fúnebre do oficial era evidente.
- Não estivemos presente na casa ontem a noite. - Sr. Weasly declarou. - Sinto muito, não podemos ajudar.
- Bom dia. Manteremos contato. - o detetive se despediu e então se retirou. Por mais que o Ian, o Sr.Somerhalder, tivesse suspeitas de fato concretas, nada mais podia fazer.
Havia muitas pessoas no lago. Pessoas tirando fotos, outras anotando algo, e por fim outras retirando o corpo acorrentado e sem cor da água. Quando a imagem foi vista pela família, Sr.Weasly fechou a porta.

A tarde se fez presente.
- Selena, me ajude com essas batatas! - Sr.Weasly se encontrando na horta chamava a filha que prontamente junto com Demetria apareceu. - Demetria, querida, seu pai conseguiu um emprego para você. A ida no baile de ontem foi proveitosa e com uma mera insistência convencemos de que você seria a perfeita domestica no palácio de Lorde Wilson.
- Como? - Demetria foi pega de surpresa. Nunca foi muito habilidosa com as coisas, era descuidada e não tinha o minimo talento na cozinha. A unica coisa que sabia fazer era limpar. Selena ajudava a mãe em casa enquanto o pai trabalhava numa fábrica de sapatos. A renda não era lá muito alta, porém era o bastante para sobreviverem.
- A entrevista será as 5 da tarde. Você tomará chá com a mulher de Lorde Wilson, Rubia. Deve impressiona-la, se ela gostar de você a contratará.
Demetria sabia porque devia trabalhar fora. Selena era linda, delicada, caprichosa, cuidadosa, continha um corpo chamativo, além de ser muito materna e feminina. Sra.Weasly acredita que Selena conseguirá um bom casamento. Porém, Demetria deve aprender a se manter as custas de si mesma, ja que de acordo com os padrões da sociedade na época é totalmente ao contrário, e nenhum homem de alta posição se interessaria por ela.
- Nossa aula de etiqueta começará as 3. Ajudarei a vestir-te após. - Sra. Weasly foi direta.
Pontualmente as 3 horas da tarde Sra. Weasly deixou Selena cuidando da horta, e apareceu na varanda.
- Está pronta? - a mãe so queria o melhor para a filha.
Duas horas depois, quando o relógio deu 5 badaladas, a carruagem dos Wilsons apareceu na casa dos Weasly´s.
- Boa sorte. - Selena abraçou a irmã.
- Lembre -se de tudo o que lhe ensinei. - a mãe confiou na filha.

- Você é a Demetria? - a Sra. Wilson, Rubia examinava a garota e cima abaixo. Cabelos avermelhados presos a um coque, rosto com formato de coração, olhos escuros, com um vestido feito de cetim azul e um sorriso de esperança no rosto.
A mansão dos Wilson era impressionante. E a  jovem não  disfarçou o olhar.
- Demorou 10 anos para ser construída. Os primeiros governantes de Cornualha acharam sempre necessário manter o luxo da família fundadora. - Rubia explicou.
- De fato. É impressionante! - maravilhada a menina exclamou. 
- Venha. - a dona da casa encaminhou Demetria pela parte de fora do jardim até uma mesa extremamente arrumada com bules de chá, porcelana tipicamente inglesa e uma toalha de renda.  
Ambas sentaram se. 
- Eu vou embora desta casa. Vocês são malucos! - a voz se manifestou. Uma voz masculina e potente. O ser atravessou o jardim e chegou na visão de ambas mulheres. O coracao da inocente Demetria palpitou de tal maneira que ela própria desconhecia.