quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

1x01 - part 4 - Sins of the Past - last part.

Respostas:
Aila: amore da minha vida agradeço. Nós já falamos sobre isso, né? :´( Mas tipo eu to amando a história do seu blog POST LG menina! HAHAHAH TE AMO
J.: aaaa amore obrigada lindaaaaa! Não gosto de passar msn. Beijins de estrelas.
Alice: AII amore obrigada! #POSTANDO! Não irei...
Anony: viiiiixie ele vai demorar muiiiiito para aparecer, só que tipo ele vai ter uma repercusão enorme na vida da Demi. Ele mudou ela... e tipo de inimigos para amantes. É uma confureba. Continue a ler amore. Beijins de estrelas.


                                                 Sins of the Past

       A porta do ponto de reunião foi destroçada em questão de milésimos.
- Onde ela está? - a voz forte de Draco fez os aldeões tremerem.
- Quem? - o líder se propôs a frente assumindo seu posto.
- Demi - sua voz era seca.
- Nós... - o aldeão começou a falar sem um final pois fora interrompido.
- Procurando por mim? - sua mão parada ao lado de corpo, indicando leveza e seu olhar mais temido.
- Estou te achando - ele corrigiu-a.
- O que quer? - objetiva e sedutora, Demetria tinha habilidade para essas funções.
- Você comigo ou...- ele não terminara a frase e Demetria tinha uma resposta.
- Ou - decidida.
- Eu a desafio - ele declarou. - Escolha as armas - ele ordenou, fazendo 2 de seus arqueiros que o acompanhavam mostrar seu arsenal para o massacre que não será mais acontecido na aldeia.
- Você escolhe as armas, eu escolho as condições.
- Bastões - ele escolheu.
- Vê aquela fileira? - era uma fileira de bambus, que eram segurados longe do chão por grande troncos de madeiras, espalhados por toda a extensão do local, como uma segunda foram de proteção, caso o teto, feito de palha caísse - Quem relar no chão, morre.
Um duro bastão de madeira fora jogado para a mão de Demetria, que o pegou com facilidade. Com ajuda dos dois arqueiros ele chegou a cima da fileira, com um pulo Demetria se localizava a cima de pirâmide.
O primeiro ataque foi de Draco, que tentou acertar os pés que Demetria, que pulou, se defendendo, e então os dois cajados se confrontaram numa luta de poder acertar seu oponente, porém isso não acontecia. A tentativa de acertar a cabeça de Draco deu certo, e uma leve tontura o pegou de surpresa. Logo em seguida Draco tentou desarmar o "chão" de Demetria, que eram os bambus, ele os deslocou de lugar, os fazendo cair em uma fileira do chão, porém ele também sofreu a consequências. Logo não havia mais bambu que os apoiavam e eles estava em cima das madeiras que seguravam os bambus, eram pequenos tocos de madeiras virado para cima os dando comente um círculo para atacarem um ao outro. Logo outro ataque de Draco que acertou a canela de Demetria, que ignorou a dor, e logo seu ataque no toco onde Draco estava em cima porém sem muito tempo o toco caiu, e Draco subiu em cima da cabeça de um telespectador camponês que assistia a luta entretido. Demetria temia ao subir em um camponês o machuca-lo, mas ela não havia escolha, ela subiu aos ombros de um homem que a apoiou. Um baque no braço de Demetria, e um ao pescoço de Draco. O bastão de Draco fora partido ao meio, pela força de Demetria ao encara-lo com o seu bastão, a força de bastões eram as mesmas, mas as forças dos oponentes não, assim Demetria partiu o bastão de Draco, e o deu maior flexibilidade com dois bastões.
A mulher tentava manter sua atenção as duas peças de madeiras que insistiam em acerta-la. Draco estava a cabeça do último camponês que poderia alcançar, fugindo dos ataques de Demetria.
- Acho que ficou sem saída - a voz aguçada de Demi o deixou com ódio - menos equilíbrio-  e com um ataque ele acertou a cabeça do homem que Demetria carregada sob os pés. Pulando, Demetria alcançou outro que lhe deus seus ombros para Demetria poder apoiar os pés.
E com um cajadada na barriga Demetria o derrubou no chão, onde os arqueiros estavam prontos para atirarem ao que cair, esperando Demetria ir ao chão, porém quem estava no chão era Draco, Demetria em cima de sua barriga e com o bastão em seu pescoço.
- Você perdeu - o triunfo nos olhos de Demetria eram tão evidentes que se transformaram em um sorriso. - Não precisa terminar com morte - ela disse implícita, vendo os arqueiros abaixando as flechas por ser seu mestre ao chão.
Demetria assim pisou no chão e ofereceu sua mão para Draco se levantar, ele aceitou.
- Eu a admiro - ele confessou. - O que quiser será realizado.
- Nunca mais volta a essa aldeia.
- Vocês a ouviram, vamos! - ele gritou saindo da grande sala de reunião organizada por camponeses.
Um abraço reconfortante foi lançado a Demi, o abraço de sua mãe.
- Obrigada - ela disse após soltar Demi - é bom te-la de volta - o sorriso orgulhoso de uma mãe era o suficiente para Demetria ter alguma parte de sua consciência limpa.

A despedida foi dura, porém necessária. Ao seu cavalo Demetria tinha um divida com o mundo e pretendia cumpri-la, mesmo que isso lhe custasse a vida.
- Hey! - uma voz fina e decidida foi ouvida por Demi.
- O que quer? - era Selena, a doce Selena.
- Primeiramente; prazer, Selena. - disse ela delicada  - Segundo; irei com você. - Demi iria fazer um objeção - Terceiro; você me deve, e por isso vim cobrar.
- Você quer que eu a leve? - a sobrancelha de Demetria se ergueu ao sol daquele fim de tarde.
- Salvei sua vida - ela foi direta.
Aquilo não era típico de Demetria, porém, a jovenzinha estava certa.
Lhe estendendo um braço a Selena para subir ao cavalo Demetria pagara sua dívida de vida com a garotinha.
Aquela aliança era o início de uma das maiores jornadas já vista.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

1x01 - part 3 - Sins of the Past

Respostas:
Aila: Primeiramente gostaria de agradecer o selo! Gostaria de te agradecer muitooo por tudo! Agradeço os elogios e tudo mais. Você é  D+++++! LOVE U! Feliz Natal amor!
J.: OBRIGADA AMORE! Claro... eu já postei um coment no seu blog falando sobre isso. Feliz NATAL!
Alice: OBRIGADA AMORE! HAAH A Aila é D+! Obrigada. Amor eu vo comentar, tá? Pq o meu negocio num dá pra seguir. É um problema do meu not. :( Feliz Natal.




                             Sins of the Past

  O ar da mata era aconchegante. O cheiro de pinheiro encantador. A brisa leve indicava que um riacho estava perto.
Demetria cavalgava lentamente apreciando a sensação, porém algo começara a lhe incomodar. Seus instintos a alertaram. E ela estava certa. Héctor estava a poucos metros de distância, com 2 homens seguindo-a.
O planto foi arquitetado na mente de Demetria em poucos segundos. Alguns metros a frente Demetria deixou o cavalo preso em uma árvore a beira do riacho. Ela escalou as árvores com uma rapidez quase exaustiva. Num galho superior ela enxergou os 3 mal feitores. Eles passaram a frente do galho a qual ela estava. Demetria pulou na sela do cavalo do último soldado, e com muita rapidez o matou usando os dedos em seus nervos siáticos no pescoço. E assim deixando o cavalo do primeiro no relento, ela foi para o segundo, atrás de Héctor, e usou o mesmo golpe. Os dois corpos caíram sem fazer ruído algum na grama.
Héctor avistou o cavalo de Demi amarrado a árvores.
- O que acham? - ele perguntou sem se virar.
- Eu acho uma sorte você ainda falar - ela deu um sorriso violente, e Héctor se virou por reflexo. Demetria o derrubou do cavalo com uma vara, e ao chão ela parou o fluxo de sangue que vai no cérebro com os dedos fazendo uma pressão no pescoço de Héctor. Era apenas um toque, mas o toque nas veias corretas. Demetria se levantou e o encarou.
- Você está sem sangue no cérebro e morrera em 20 segundos ao menos que eu o liberte. O que faz me seguindo? - ela perguntou decidida.
Silêncio.
- 10 segundos.
- Estamos a comando de Draco, para atacar sua aldeia - ele disse quase sem forças.
Demetria fez um nova pressão de segundos no pescoço de Héctor que voltou a respirar.
Desamarrando seu cavalo Demetria cavalgou o mais rápido que pode, sua aldeia dependia disso.

Caída a beira da estrada, ou melhor atirada no meio da estrada, Selena esperava por algum sinal e vida. E ele foi atendido. Um velho camponês passava ali carregando alguns suprimentos.
- Mas o que é isso? - ele desceu com dificuldade da caroça para atendar a moça estendida no chão. - Acorde!
- Isso! - Selena se levantou rapidamente. - O senhor foi o meu pedido aos Deus. Eu esperava alguém para me levar a Anfípolis.
- Mas só quem passa aqui pode chegar em Anfípolis - ele disse insatisfeito e meio bravo com a ação da jovem.
- Porém ninguém com um coração tão generoso para me dar uma carona - um sorriso amarelo foi preenchido a boca de Selena.
- Ótimo, então espere esse pedido chegar - ele disse decepcionando-a e subindo na carroça.
- Por favor! Eu sei cantar, contar história... Por favor! - a garota suplicava.
- Suba - disse ele se dando por vencido.

Ao entrar na cidade os olhares para Demetria não foram os melhores. Seu cavalo foi preso a um tronco em uma taberna. Longos cabelos negros, olhos tão azuis quanto céu e a expressão mais dura da vida de Demetria.
- Olá mamãe - sua voz ecoara pela taberna vazia.
- Eu não tenho mais filha - a crueldade encobriram a angústia e o alento de uma mãe desesperada.
- Eu... - a taberna foi invadida.
- Sabíamos! O que faz aqui? Essa aldeia não foi atacada o bastante? - o líder da aldeia chegou com uma manada de camponeses com pedras nas mãos.
- O que?
- Seu exército está ai Demetria, eles estão destruindo nosso campos - ele disse involucelado.
- Mas eu não... - as palavras fugiram.
- Então por que gritam seu nome? - ele atacou.
Os olhos de Demi ardiam de um ódio que ela evitara sentir durante anos.
- Não! - ela gritou entre as inúmeras vozes de camponeses inconformados. - Esse é o exército de Draco!
- Mentirosa! - uma pedra a acertou.
- Vão jogar pedras? Deixa que eu facilito - ela pegara a espada, uma onda de sobressalto fez os camponeses pularem, porém a espada foi jogada de um lado da taberna. - Joguem! - ela ordenou esperando a redenção, mas não foi isso que encontrou, eles começaram a atirar, mas não o bastante para veri-la, até que...
- Parem! - uma voz sufocante atravessou os camponeses.
Em trajes de panos, cabelos negros, lisos e sedosos ela se propôs a frente de Demetria. Seus olhos suplicantes eram irreversíveis.
- Ela não é assim! Eu vim de muito longe, e estou testemunhando a favor de Demetria. Ela salvou minha aldeia. Salvou muita gente. E isso não conta? Para vocês ficarem jogando pedras numa heroína? - ela disse a verdade, mas não fora o bastante para convencer os camponeses. - Ótimo! - ela exclamou - Vamos supor que é o exército de Draco, e Draco conhece Demi. Para ele estar buscando ela eles devem ser íntimos! - ela disse como se fosse uma descoberta - E até amantes! - ouve um óóóóó da povo. - Ele não gostaria de encontrar o seu amor morto a pedradas por camponeses, gostaria? - deu certo.
- Suma Demi! E não volte mais! - o líder opôs.
Agarrada pelo braço Demetria foi puxada pela moreninha que a salvara. Fora de vista, no estábulo Demetria alimentava seu cavalo.
- O que pensa que estava fazendo? - ela perguntava a moreninha que a acompanhou calada.
- Um obrigado estava de bom tamanho - a garota sugeriu.
Demetria sabia quem era aquela garota. Era a garota da aldeia, que lhe oferecera para ir junto a Demi.
- Eu vim em sua busca - ela explicou melhor.
- Agora que achou, pode voltar.
Gritos.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

1x01 - part 2 - Sins of the Past

Respostas:
Aila: ooo amor obrigada! Deu tudo certo... é só seguir normal. Tá concertado. Fique com Deus. Te amo.
Yumi: obrigada! *-* Não foi nada. Fique com Deus.
Lover Jemi: eiiita minha branca! NUNCA! Eu o adorar passar a eternidade junto com você. POSTANDO# Fique com Deus. Amo você.
Anony: OBRIGADA! Não exatamente... Leia e surpreenda-se. Fique com Deus.
J.: HAHA supreenda-me amor. Fique com Deus. É claro que eu posso fazer um enredo da história da sua amiga.

***

                         Sins of the Past


  Selena tinha a mala pronta abaixo do travesseiro, somente esperando que a lua alcance o meio do céu. A pequena janela na cabana era o suficiente para que ela possa acompanhar isso. E após a lua atingir seu sobreposto local, Selena graciosamente se levantou da cama, com uma roupa de panos confortáveis. Tentar não fazer barulho naquele pequeno quarto na cabana era quase uma missão impossível, mas Selena a fazia com perfeição, porém ao chegar a porta do quarto, acidentalmente ela derrubou uma cadeira. Sua irmã se remeleixou na cama, e a olhou.
- O que tem na bolsa? - sua voz fanha mostrava seu sono.
- Irei me juntar a Demetria - Selena lhe devia explicações.
Voltando a percorrer o caminho que tanto demorou a passar, Selena se sentou na cama da irmã.
- Todos nessa aldeia sabemos que esse não é, e nunca será o meu lugar Lila.
- Mas Selena e o seu noivo? Ele te ama! - a irma contra atacou fervorosa.
- Mas eu não o amo. Papai sempre disse para eu achar meu caminho, agora que o achei não irei fugir. Eles entenderam.
- Vá com os Deus - a irmã desistiu.
- Irei, diga a mamãe e papai que os amo.
- Direi.
Com um abraço apertado Selena partiu para seu destino.

Uma ponte barrava o caminho de Demetria e seu cavalo começou a relinchar.
- Calma garoto - ela tentou o acalmar. Ela desceu do cavalo. Segurando suas rédeas e atravessou a ponte sem problemas. - Viu?
O cavalo voltou a relinchar incessavelmente e voltou a passar pelo lado da ponte. E ele fez o melhor.
Eram 5 metros de altura, 1 tonelada e sem 2 olhos. Um ciclope.
Com seu martelo ele fez a primeira tentativa de esmagar Demetria inteira.
- Você novamente? - ela desviu o golpe com rapidez.
- Desde que me cegou não passo um dia sem imaginar sua carne - ele tentara outro golpe. Novamente Demetria desviou sem dificuldades.
- Você perdeu peso - Demetria assobiou para chamar seu cavalo de volta, que veio obedientemente até ela, após ver que o perigo cessara.
Demetria pegou seu aro e o arremessou, ele acertou o cinto do ciclope que caiu no chão com as calças baixas.
- Você deveria arrumar outro emprego. Talvez proteger uma aldeia, eles lhe darão uma ovelha de recompensa - ela disse montando no cavalo.
- Como comerei ovelha acostumado com carne humana? - sua incredulidade era evidente.
- Se vire.
Assim ela voltou a cavalgar com objetivo de chegada.

Draco examinava os mapas junto a Héctor.
- Demetria foi vista cavalgando na passagem de Strymon -  um anunciante os interrompeu.
- Héctor leve dois soldados e atravesse a passagem. - ele ordenou - Sigam a trilha dela e me avisem assim que ela entrar em sua terra natal. - ele finalizou as ordens e entrou no plano - Marcharemos até Anfípolis e queimaremos tudo o que encontrarmos. E diremos que estamos em ordens de Demi. Assim ela saberá.
- Saberá o que?- o anunciante perguntou.
- Que não há descanso para os perversos - Héctor saiu de cena.

- A ponte irá me aguentar, a ponte irá me aguentar - Selena repetia várias vezes enquanto passava pela ponte, até chegar ao seu fim. Um suspiro breve saiu dos pulmões de Selena.
Então ela estava dentro de uma jaula de bambu, que a foi colocada por cima, por alguem que tinha força e tamanho.
- Mas o que? - então seu olhos se estreitaram para o que lhe prenderam. - Que os Deus te amaldiçoem e com mil sangue de cobras e... - a menina inocente tinha um plano após um leve tremor de choque.
- Cale a boca, não gosto de comida tagarela - o enorme ciclope a cheirou.
- Outra estratégia Selena - ela sussurrou para si mesma. - Eu conheço Demi.
- Eu odeio Demetria! E será um prazer comer sua amiga - ele disse com ódio.
- Amiga? Eu odeio Demi! Odeio! E estou nessa trilha para mata-la. É o meu objetivo - a mentira saia com facilidade.
- Mas como uma comida com pouco sangue como você conseguirá isso? - ele perguntou desconfiado.
- Ela não deixa que ninguém a toque, mas com uma garota inocente feito eu ela baixará a guarda, e a matarei. E pegarei os olhos dela para trazer a você - ela percebeu a falta de dois olhos no gigante ciclope.
- E uma perna! - ele pediu.
- Ela tem duas, não tem? Terá as duas! - o ciclope tirou a enorme jaula de bambu por cima de Selena.
- Boa sorte!
Ela deu a volta em torno e dele voltando a seguir seu caminho.
- Obrigada Deus por criar ciclopes burros - seu plano dera certo. A fé da sonhadora Selena aumentara cada vez mais.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

1x01 - part 1 - Sins of the Past


Sins of the Past

     O trote manso ecoa na aldeia destruída, de coloração cinza. Seus olhos avelã percorrem memória, seu corpo cambaleia no cavalo. Da destruição até o lamento. Vozes, choros e imploração vaziam por sua mente. 
- Olá - sua voz ficou presente ao observar um pequeno garotinho se aproximando de seu cavalo.
- Tem algo para comer? - o garoto perguntou.
Ela lhe jogou uma sacola de pano que continha pão.
- Onde estão seus pais?
- Mortos, a aldeia inteira foi destruída por Demetria - seu olhos percorreram novamente as cinzas.
Isso lhe bastou. O cavalo voltou a galopar na saída da aldeia. Ela não aguentava mais a lembrança. O único motivo daquela aldeia não existir mais era dela. Ela a destruiu.
Prendendo seu cavalo a uma árvore ela ficou a dentro de um matagal intenso. Sua espada lhe escorreu a mão, junto ao seu anel (um tipo de bumerangue redondo), sua armadura escorreu de seu corpo. Na terra ela enterrou tudo. Ela não faria mais parte daquele meio, não com aquela culpa.
Passos e vozes, entre as árvores ela se camuflou.
- Coitadas?- as vozes sadias e maldosas alcançaram seus ouvidos.
Logo sua vista ficou ereta e ela pode enxergar entre as folhas. Eram sete homens, quatro estavam formando um tipo círculo em volta de mulheres, dois estavam ao lado do que era se chamado chefe. Ele sorriu malicioso.
- Vamos garotas, temos muita terra para percorrer - a voz era grossa e desafiadora.
- Não! - uma da jovens se exaltou. - Leve-me, deixa-as.
- Uma proposta tentadora, mas eu quero todas. Escravas são sempre bem-vindas - de seu cinto ele tirou um chicote  - Nunca se é cedo para treinar algumas - ao arrebatar o chicote contra a pobre garota o chicote paralisara. Virando-se o chefe se admirou. - Que bom que temos mulher fortes -ele zombou.
- Você não faz ideia - um chute certeiro Demetria o derrubou. Automaticamente os dois homens que estavam a sua escolta foram para o ataque, Demetria deslizou entre as lâminas de suas espadas e lhes acertou socos furtivos. Os quatro homens que guardavam as garotas as esqueceram e vieram para cima de Demetria, que se apoiou ao galho de uma das árvores e o quebrou usando como arma e acertou dois dos quatro homens. Mas no momento em que iria acertar o último, todos levantaram e a cercaram para dentro da mata densa. Caída no chão, sem nenhum arranhão, porém cercada Demetria sentiu sua espada enterrada a fundo no solo. Quando o chefe iria lhe proferir o primeiro arranhão a espada se desvinculou de sua mão pela espada de Demetria. Um sorriso maroto surgiu em seus lábios. Lhe proferindo outro golpe ela o imobilizou, seus guardar não reagiram.
- Diga a Draco que Demi disse olá - Demetria ordenou após ver o simbolo azul em suas roupas.
O chefe perdera a coragem de combate-la e junto aos outro homens se infiltraram mata a dentro, do lado oposto de onde Demetria viera.

As mulheres queriam recompensar Demetria. A levaram para sua aldeia e a ajudaram a vestir sua armadura. 
- Foi incrível como usou aquele aro - disse uma das mulheres que penteava seu cabelo.
- Aquele chute foi simplesmente sensacional! - a garota que se oferecera no lugar das outras lhe elogiou. - Você tem que me ensinar a fazer aquilo! 
O pequeno comodo que estavam fora invadido.
- Você terá de ir embora - uma voz masculina soo.
- Não pode fazer isso papai. ela salvou minha vida! - a garota corajosa a defendeu.
- Conhecemos sua reputação, vá -  ele a ignorou.
- Está em meus planos ir mesmo - Demetria disse com indiferença.
- Vamos Selena  - um homem alto a puxou.
- Irei ficar com ela - ele a soltou e o comodo ficara vazio. - Para onde pretende ir?
- Anfípolis - Demetria disse ao se levantar.
- Fica na Tracia, não é? Deixe-me ir com você! - Selena a pegou de surpresa.
- Trabalho sozinha.
- Viu o que devo aturar? Estou comprometida com aquele homem e vivo nisso aqui. Lhe imploro.
- Não.
- Você estará segura sozinha?
- Sei me cuidar.
- Por garantia, em que estrada você vai. Conheço todos os atalhos.
- Nem pense nisso.
- O que?
- Em me seguir.
Demetria saiu porta a fora.

- Dói muito a garganta Héctor? - Draco sorriu com um triunfo após ver a garganta de um de seus generais.
- Dá próximo irei mata-la - ele disse roco.
- Nem se quisesse conseguiria.
Draco caminhou para a sala dos mapas, na intenção de achar outra rota para chegar na aldeia. Porém um imprevisto apareceu.
- Olá Draco - a voz sexy o provocou loucamente.
- Demi... Você está ótima -ele a olhou de cima abaixo.
Demetria caminhou calmamente até ficar cara a cara com ele.
- Salvo por uma cicatriz horrível - ela criticou sem dó.
- Algo para me lembrar de você.
- Você escolheu a mulher errada para bancar o durão.
- Nunca teria acontecido se você cooperasse mais - ele pegou sua mão e a beijou. - O que faz aqui? Se quisesse me matar...- ele foi interrompido.
- Já estaria morto. Fim lhe pedir para que polpasse a aldeia que atacou.
- Fiquei sabendo de seus atos heroicos de defender camponeses - ele lhe laçou um olhar furtivo e ameaçador. - Junte-se a mim que eu acato seu favor.
- Você não entende Draco - Demetria deu uma volta ao redor dele.
Draco segurou seu braço a fazendo ficar centímetro de seu rosto.
- Eu sempre sonhei em te-la no amor ou em batalha. Nunca me dará o prazer de te-la em nenhum, não é? - ele quase lhe implorou por algo.
Draco era um homem forte e de palavra. Seus olhos escuros o deixavam ameaçador, seus músculos o deixavam poderoso, seu cabelo negro preso em um rabo o deixava misterioso. Mas todos sabiam que Draco tinha sempre o que queria.
- Eu voltarei para casa - Demetria lhe deu a explicação que ele lhe implorava.
- Eu voltei Demi, e quase fui morto por meu próprio pai. Você acha que eles lhe receberão melhor? - seus olhos negros se encontraram com o marrom calmo dos olhos de Demi.
- Não saberei se não tentar.
- Farei o que me pede, em nome dos velhos tempos - Draco largou seu braço. - Que os Deuses a protejam.