quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

1x02 - part 4 - Chariots of War

Respostas:
Jéssy:  Olá! Sério? Eu fico muuito feliz. Obrigada. Fique com Deus.
Aila: Oi, amore. OBRIGADAA! Eu tbm te amo, só que eu te amo mais!*-* Fique com Deus.
Bianca: Obrigada. Fique com Deus.
Alice: Obrigadaaa! HAHA Fico lisonjeada. Fique com Deus. 
Mariane: Obrigadaaaa. Fique com Deus.


Chariots of War


              - Tenho certeza de que ela chegará a qualquer momento - dizia Selena nervosa, andando de um lado para a outro vendo o sol se pôr o horizonte. - Ela é muito dependente - dizia ela tentado se próprio convencer. - Claro que ela também se arrisca demais...
 Selena se encontrava em um taberna, que achou para esperar o tempo passar, enquanto Demi não chegava.
- Vai beber algo ou não? - perguntou o servente do estabelecimento.
- Sim, obrigada - disse Selena olhando o homem.
- Não é um presente - o servente disse frio e seco.
- O que? - Selena perguntou no primeiro momento - Ó, claro, eu tenho dinheiro. - disse ela, olhando dentro de sua bolsa, o homem estava para servi-la, quando ela interviu - Na verdade eu não sou uma grande bebedeira, você tem água? - o servente suspirou e a serviu com água. - Você tem um belo estabelecimento. Até que horas ficar aberto? - perguntou a garota andando novamente de um lado para o outro.
- Tarde - disse ele, superientendendo que não tem horário para fechar, e terminando de servir Selena.

- Então, este gigante me aprisionou entre as paredes de um grande desfiladeiro - Demetria contava para as três crianças sentadas em sua cama, prestando atenção cuidadosamente no que a guerreira contava.
- Ele tentou pisar em você? - perguntou Árgolis.
- Sim, claro. Ele tentou, mas eu estava preparada. - dizia Demi fazendo gestos com a mão, e vendo Darius entrar no quarto, retirar seu prato de barro de seu colo. - Eu saquei a imensa... - Darius limpou a garganta - Pluma - Demi mudou seu contexto, eram apenas crianças.
- Você quer dizer que fez cócegas no pé dele com uma pluma? - perguntou Árgolis desconfiado.
- Bem, não só uma pluma - ela disse tentando pensar em uma nova versão para a história. - Vocês tem que se lembrar que esses caras tem pés muito grandes, eu usei um ganso inteiro - as crianças sorriram, até mesmo Darius.
- Você tem uma vida excitante - observou Árgolis.
- Você viaja com sua família? - perguntou o irmão do meio.
- Eu não tenho família - seca Demi respondeu.
- Queria poder montar com você - soo quase como um pedido vindo de Árgolis.
- Não, não quer. A estrada é um lugar difícil de viver.Sem saber onde dormir, o que comer...Quase nunca faço uma refeição em tão boa companhia.
- Nós também não - interviu Darius.
Seus olhares se encontraram, foi quase como uma divisão de sentimentos em busca de algo melhor, Demi não poderia nem sequer pensar em sentir aquilo, ela desviou o olhar pra a linda garotinha loira, sentada no meio dos dois irmãos.
- Hey, qual seu nome? - sua voz estava pacífica.
- Ela não fala - o irmão do meio alertou.
- Não?
- Não desde que perdeu a mãe - Darius explicou.
Então alguém bate na porta.
- Com licença - pede ele, deixando seus filhos e uma mulher no quarto.
- Tynus. - disse ele convidando o homem a entrar.
- Precisamos conversar - disse o homem de meia idade, usando roupas verdes e sandálias. - Por que está mulher ainda está aqui? - perguntou ele indignado. Ela não é uma de nos, Darius. Ela luta - ele disse quase com nojo do que falava. - Viu com seus próprios olhos. Tipo como elas fazem inimigos. - ele suspirou - Ela deve sair de sua casa - aquilo foi praticamente uma ordem.
- Não, -disse ele forte - ela salvou o meu filho. Ela é uma hospede em minha casa até que se recupere - disse ele decidido.
- Há rumores, Darius - ele suspirou. - Seu casa esteve sem uma mulher por um longo tempo... Mas está não é a resposta - disse ele como se Demi fosse a amante de Darius. - Mantendo ela aqui você quebra seu juramento.
- Que juramento quebrei Tynus? - perguntou ele revoltado.
- Viver apenas pela paz.
- Curar uma mulher ferida não é um ato de guerra.
- Ela mentiu para você - uma risada abafada foi o suficiente para ele se sentir superior. - Outras pessoas ouviram sobre esta mulher. Ela não é uma guerreira. Ela é uma assassina, matadora. - Darius olhou para o comodo onde a mulher estava, e abaixou a cabeça.
- Quando ela poder cavalgar, irá embora.
- Bom - disse Tynus indo em direção a porta. Darius a abriu, antes de sair Tynus o olhou - Eu espero, para seu próprio bem, que ela se recupere rápido. - então ele saiu.
Darius olhou novamente o quarto em que a mulher está... Estava.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

1x02 - part 3 - Chariots of War

Mariane: esse é o meu objetivo, faze-las entrar na história. Postando. Fique com Deus.
Alice: obrigada! Isso foi uma pena. :( O importante é que estejas de volta! Postando. Fique com Deus.
Aila: HHAHAHA ai que fofa! Obrigada, irmã. HHA sua! *-* Fique com Deus.
T.: é o que tentei fazer, porém ainda terá tantas surpresas pela frente, tu nem fazes ideia. Eu amoo seus selos grande escritora, é uma honra ganha-los de você! Fique com Deus.
Caroline: obrigada! Não gosto de passa msn Fique com Deus.
Ana Beatriz: obrigada! Você merece! Muiiita conhecidencia. Claro!'Desculpa, não gosto de passar msn. Fique com Deus.
Bibys: Claro! Fique com Deus.
Dayane: OBRIGADA! *-* Fique com Deus.

Divulg: www.jemi-staystrong.blogspot.com


   Chariots of War
       Dentro da tenda 2 homens lutavam em cima de um pau de madeira. Suas armas eram bastões da mesma madeira. Rapidamente um oponente caiu no chão perdendo a batalha. Um homem entrou dentro da tenda sorrindo.
- Deixem-nos- o homem ordenou. Rapidamente todos os soldados que assistiam a luta evacuaram o domínio. Somente o ganhador ficou frente a frente com aquele homem de autoridade.
O homem pegou um bastão, igual ao outro competidor e sua na madeira.
- Olá, pai - o ganhador saudou o seu oponente.
- Você está ficando mais forte, filho. Ares ficará satisfeito - e com isso deu-se o primeiro ataque.
- Meu treinamento está completo - ele disse defendendo-se do golpe do pai. - Estou pronto para assumir seu lugar - ele garantiu.
- Não, não - o pai disse pensativo enquanto novamente atacou o filho - falta algo em você: o desejo de matar. - com isso o homem  mais velho atacou o filho nas pernas, a qual o guerreiro se esquivou facilmente.
O pai tinha uma aparência relevante. Cicatrizes por todo o rosto, o cabelo era solto com um tom cinza, sua armadura era enferrujada, porém seu olhar desafiador e imponente. O filha havia uma aparência mais suave. Cabelos claros, presos e opacos, seus olhos azuis trariam paz e tranquilidade se não fosse seu corpo forte e avantajado. Sua armadura nova em folha, como se nunca fosse usada.
- Você está errado. - o filho o corrigiu atacando o pai nos ombros, esse se defendeu as pressas. - Hoje matei um grande guerreiro no vale.
- Quem?
- Ela caiu antes que eu possa ter perguntado seu nome.
- Uma mulher? - o homem caiu na gargalhada. - Acha que isso impressionará o Deus da Guerra?
- Mas ela era...
- A honra de cuidar dos cavalos de Ares cabe ao guerreiro mais poderoso. Ele não te escolherá apenas por ser meu filho - o pai disse quase desapontado. - Você deve provar ser digno.
- Eu sou! - o garoto disse decidido atacando o pai na cabeça. O homem segurou o bastão do filho no ar, e o tentou jogar para trás, porém o filho continuou a o segurar bem forte.
 - Mesmo? Então porque ainda não conquistou aquele vale? - o pai perguntou apenas fitando o filho. - Esses fazendeiros desonram o Deus da Guerra com esses modos pacíficos. - o homem estava enojado. - Acabe com eles! Se seu irmão Stentor estivesse vivo... - o filho atacou o pai nas pernas, o homem defendeu.
- Eu não sou o meu irmão!
- Cada vez que o vejo em batalha eu me lembro dele. - o pai atacou o filho nas costelas, o filho rebateu com rapidez, novamente o pai atacou contra seu lado esquerdo, o garoto rodou o bastão do pai com o seu próprio bastão e o lançou para longe da mão do pai. O filho colocou o seu bastão no pescoço do pai.
- Agora sou digno de Ares? - disse ele se considerando vencedor.
O pai segurou o bastão do filho e o jogou, e deixou o filho imóvel colocando a cabeça do filho sobre seus braços, fazendo pressão em seu pescoço.
- Quase - o pai caiu na gargalhada.

Os dois filhos entraram no aposento sem fazer barulho, eles observavam a mulher com cabelos quase avermelhados espalhados pelo pano que ela apoiava a cabeça.
- Você viu como ela acabou com aqueles caras? - o irmão do meio perguntou fazendo vários socos no ar.- Você acha que ela vai morrer, Árgolis? - o irmão do meio perguntou apreensivo e admirado.
- Se ela morrer, fico com o cavalo dela - disso Árgolis pretensioso.
- Não fica. -disse o irmão do meio se aproximando da cama.
- Fico sim - ele também se aproximava teimando. -Sou o mais velho. Além disso, você é pequeno demais para montar - falou Árgolis olhando o irmão, e não vendo que os lindos olhos castanhos da guerreira se abriram.
- Não sou - disse o irmão do meio.
- É sim! - teimou o outro.
- Não sei sobre o que estão discutindo, mas é preciso mais do que flechas para se livrarem de mim - disse a mulher levantando a cabeça.
- Pai, ela está acordada - saiu correndo do quarto anunciando o irmão do meio.
Com um sorriso ela voltou a repousar sua cabeça no travesseiro e adormecer.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

1x02 - part 2 - Chariots of War

Respostas:
NileyeJemi: Olá. Eu irei dar uma olhada sim! *-* Fique com Deus.
Aila: pois é :( Te passaram hoje. haha. Obrigada, amor! Fique com Deus.
Dayane: claro! *-* Aii que fofa! OBRIGADAA! Fique com Deus.
Larissa: Bem-vinda. Passo lá. Fique com Deus.
Emily: claro que posso! Fique com Deus.
T.: OBRIGDAAA! OBRIGDAAA! Quem agradece sou eu, amor. Irei lhe dar o maior apoio possível. É essa a intenção. Agradeço por tudo. A intenção é essa. SELINHO? AIIIII! OBRIGADA! Fique com Deus.

       Chariots of War
       O garoto não teve tempo suficiente para olhar para cima, estava em cima de um cavalo. As mãos eram macias e fortes.
Os irmãos estavam desesperados tentando acordar o pai inconsciente no chão. 
Demetria que ouvira o barulho perto da mata chegara a tempo de resgatar o garoto. 
Homens de preto se aproximavam do cavalo, e Demi com um reflexo insano pulou do cavalo com o menino no colo, ela virou um mortal de costas e parou em pé ao chão. 
- Segure-se - mandou Demi, colocando o menino em forma de "cavalinho" em suas costas.
Tirando sua espada da proteção ela começou a golpear os guerreiros que iam em sua volta tentando derruba-la. Ela lhe dava rasteira e os matava com facilidade. A quantidade de homens diminui até não virem mais nenhum. O pai do garoto, já acordado correu até Demi.
- Obrigado - ele dizia enquanto pegava o garoto no colo. Demi apenas sorriu. - Quem é você?
- Uma amiga - ela disse, então outra voz gritou ao fundo.
- Arqueiro disparem! - foi  o que deu tempo de Demetria calcular a mira das flechas, a primeiro iria acertar a cabeça de Demi se a mulher não tivesse pegado a flecha em movimento e impedir que a atingisse. A segunda foi em direção ao seu ombro, e também Demetria a pegou em movimento, com as duas mãos ocupadas com as flechas a terceira a acertou do lado direito da barriga. Ela caiu demasiada no chão.
- Retirada! - homem novamente gritou, fazendo os homens bater em retirada.

Darius se encarregou de pegar a mulher no colo e a levar até sua humilde casa. Ele a colocou em uma cama, feita de paus de babus. Demi estava consciente naquele momento.
- Irei ficar com isso - ele disse tirando a armadura de Demi, que era feita de metal, e rodeava os seios até o centro da barriga, desprotegendo os lados.
- Não, eu preciso delas- Demi protestou com dificuldade.
- Não, aqui. - ele disse e impondo - Não em minha casa - ele a desabilitou da espada, dos braceletes de metal, do chakram (o boomerang redondo), e do resto das armaduras pelo corpo. Demetria ficou com sua roupa, que era como um colant de couro, que terminava ao meio da coxa, com um tipo de saia desfiada, também em couro.
Darius fez um pequeno rasgo com a mão onde a flecha estava.
- Eu nunca fiz isso antes- ele disse nervoso.
- Tudo bem, eu já - com dificuldade Demi o tranquilizou. - Ponha o ferro no fogo - ela ordenou suando. Ele obedeceu.
Demetria sentia uma dor inacreditável, e tentava se manter acordada para ajudar o homem. Algo a pegou de surpresa, as crianças apareceram ao meio das cortinas que eram como uma porta no quarto. 
- Bu! - Demi brincou com o seu pouco senso de humor que restara da dor. As crianças deram grunhidos.
- Para fora - o pai ordenou entrando no quarto.
- Temos mesmo? - o irmão mais velho questionou.
- Sempre perdemos as coisas boas - o irmão do meio disse, se retirando do quarto como os outros.
- Com quem eu estava lutando lá fora? - Demi questionou enquanto Darius desabotoava a alça de seu colant. 
- Eram os homens de Cycnus, um guerreiro - ele retirou o colant de Demi por cima da flecha. A deixando nua. - Ele quer nos apoderar as terras.
- Parece que ele estava fazendo mais do que isso - Demetria disse, sem se incomodar por estar sem roupa.  - A flecha não atravessou.
- Isso é bom - disse ele se voltando para Demi.
- Não é ruim, terá de empurra-la. 
- Acho que não posso fazer isso.
- Faça - a voz potente de Demetria, apensar do ferimento não diminuiu o seu caráter e seu timbre de voz.
Com um movimento tenso o homem terminou de atravessar a flecha no corpo de Demi. Quase um grito foi feito por Demi, ela era durona demais para isso. Ela rangeu os dentes e tensionou os músculos do pescoço.
- Agora tire a ponta da flecha - sua voz era quase rouca. Ele quebrou a flecha onde havia a ponta. - Tire a haste -ela ordenou. Ele tirou a flecha para fora de Demi. Mias um grunhido de dor.
- Graças aos Deus terminou! - o simples homem disse aliviado. 
- Ainda não, preciso de purificação. Traga o ferro.  - sua voz falhava. O homem rapidamente trouxe o ferro. O ferro era da largura da flecha. Demetria pegou o ferro com a mão mole, e o enviou no mesmo lugar da flecha o tirando rapidamente. Lágrimas rolaram de seus olhos e ela desmaiou. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

1x02 - part 1 - Chariots of War

Respostas: 
Aila: aii amore que lindo! Obrigada! Se acostume, você sempre é a primeira. HIIHIHIHIHI Fique com Deus.
T.: Aiii que linda. Cara isso realmente me move. Agradeço de todo coração e alma seus elogios. Espere que goste cada vez mais. Agradeço mesmo. A sua história também está em meus favoritos! HAHAHA Obrigada pelo selo. E é CLARO que eu divulgo. Fique com Deus.
Alice: agradeço flor! Espero sempre melhorar. Fique com Deus.
Lover Jemi: OII GATA! Saudades# Obrigada.
Anony: eu entrei. Fique com Deus.
#Demetria e Joseph#: obrigada linda. Você merece. Fique com deus.


     Chariots of War
    O sol irradiava vida naquela tarde maravilhosa.
- Então Zeus em forma de gratidão transformou os dois amantes em carvalhos. - Selena contava com paixão, enquanto ela e Demetria entravam dentro de um bar. - Sabe o que aconteceu depois? - ela perguntou observando cautelosamente Demi.
- Alguém construiu um barco com eles? - ela tentou, dando uma golada ao líquido dentro do copo que o servente lhe deu.
- Não. Seus galhos se entrelaçaram e passaram o resto de suas vidas nos braços um do outro.
Demetria observava o bar em que se localizavam. Casais fazendo coisas explícitas e bêbados caídos aos cantos.
- Qual é o ponto? - ela perguntou dando mais uma golada.
- Vamos Demi, acredito que todos nós encontraremos nossas árvores um dia. Até você... - ela observava..
- Eu digo que as árvores mais fortes da floresta ficam sozinhas - ela disse contradizendo a garota.
- Você não precisa ser forte o tempo todo - por sua vez Selena deu uma golada no líquido que também fora servido á ela.- As vezes é bom para a alma ser suave - ela diz ajustando uma mecha de seu cabelo.
- Claro. - Demetria foi irônica. - Escute, vou cavalgar na frente para ver se podemos passar pelo Rio Miledo. Do contrário, teremos de voltar 3 dias. Vamos procurar algum lugar onde você possa esperar por mim - disse Demi se levantando e pagando o servente.
- O que há de errado nesse lugar? - um homem a agarrou por trás, seu hálito era de álcool.
- Olá beleza...
- Outro lugar soa bem - disse Selena largando do homem.

- Não se esqueça de mim - disse Selena vendo Demetria entrar por entre o bosque com seu cavalo.
- Não irei - Demi afirmou. Selena a perdera de vista.

- Segure! Um pouco mais. Muito bem - dizia o pai ao ajudar o filho mais velho (8 anos) a segurar o prego.
- Pai? - o filho do meio (7 anos) questionou enquanto também pregava - Como aqueles homens destruíram o celeiro de Tynus? - a pergunta era realmente boa. Eles olharam em volta. As pessoas tentavam reconstruir o que restou do celeiro. Crianças até idosos. O trabalho não tinha fim.
- Isso quer dizer voltar a Tróia? - o mais velho duvidou.
- Não. - disse o pai, tentando não parecer tão assustado quanto suas próprias crianças diante a situação - Não importa o que aconteça, esse é o nosso lar agora.
- Darius! Como vão os carpinteiros? - o supervisor, que também era o dono do celeiro observava as crianças no trabalho da reconstrução do celeiro.
- Não se preocupe, terminaremos o seu celeiro a tempo - ele disse tentando parecer calmo. O supervisor se retirou. - Venha Sarita, amos cortar mais tábuas - ele puxou a sua filha casula (6 anos).
Eles foram ao local de cortar tábuas, pouco acima do campo. A garota posicionou a tábua para o pai poder usar o machado. A garota deixou assim 3 tábuas seguintes. Observando que seu pai não precisava mais dela, ela observou o campo. Pequenos piões se movimentavam, piões pretos, iam em direção ao celeiro. A garota foi até o pai e puxou sua blusa, o pai observou onde a menina apontava e não enxergou nada. Os piões desaparecerem. Eles voltaram de volta ao celeiro com madeiras. Os garoto ainda pregavam.
Homens de preto apareceram.
- Avancem! - o líder dentro de uma carroça romana.
- Protejam-se! - o pai dos meninos gritou.
O irmão mais velho pegou  a mão do irmão do meio. Os homens vieram em sua direção. O irmão mais velho soltou o irmão menor e correu para os braços do pai. O irmão do meio correu para do lado de uma das madeiras que segurava uma parte do celeiro em pé. Um dos homens de preto jogou uma corda entre as entranhas do celeiro, assim o celeiro cairia. O garoto perdeu a esperança por um segundo, vendo seu pai sendo socado e cair ao chão, ele não podia se mover. Ele fechou os olhos e esperou aquilo desabar sobre ele.
Então ele estava nos braços de mulher.