quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Capitulo 8 - Desejo.

cp 8

- Onde estou? - os olhos de Demetria se abriram e olharam ao redor. Era uma sala. Não tinha cômodos, cortinas. O teto era de vidro, o chão era de vidro. Não havia paredes, era vidro. A sensação era como se a chuva a molhasse, porém, ela continuava seca. Dos braços fortes se desvinculou. Seus pés tocaram o vidro gelado... As portas fecharam. O brilho nos olhos de Demetria eram intesificados a cada trovoada.
- Na ala oeste. - rouca e de forma branda a voz era.
Demetria se virou e tentou enxergar algo daquela criatura que a observava. E se aproximava cada vez mais.
- Quem é você? - Demetria tinha a respiração ofegante.
Silêncio.
Demetria levantou a mão na altura do rosto de nosso desconhecido, mais uma trovoada, seus cabelos eram negros. E então acariciou seu rosto, retirando alguns fios de cabelo de sua face, um cabelo grosso, macio e forte. Ele retirou a mão dela dali.
Ela recuou, se aproximou mais das paredes de vidro e observou lá fora. Ela se lembrou que da última vez que ficara tão exposta a chuva presenciou um assassinato. Será que acontecerá novamente? Será que já está acontecendo?
- Por que me trouxe aqui? - a voz de Demi estava baixa e controlada.
- Vamos jogar.
- Como?
- Jogar.
- Por que?
- A vida é um jogo: ou você aprende a jogar, ou quem perde é você. A cada resposta sua eu chego mais perto. - ele sabia que ela o queria.
- Começa. - Demetria engoliu a seco.
- Qual a pior coisa que já fez? - a voz agora era sedutora.
- Amar.
Ele deu 2 passos a frente.
- Qual a melhor coisa que já fez?
- Amar.
Ele se aproximou ainda mais. E então parou, deu um longe suspiro e agarrou a cintura de Demetria, segurou sua mão e a pressionou contra a sua própria.
- O que esta fazendo? 
- Psiu...
O perfume másculo dele enchia suas narinas. Ele começou a se mover. Um passo, Demi o acompanhava, mais um. Eles estavam valsando. Era como flutuar na mais doce nuvem de uma paixão. Sentir a pulsação do outro que mais deseja se fazer presente ao lado. Querer uma vida. Porém, ela sentia o cheiro de chuva nele, sentia cheiro de sangue, e entendia que aquele homem era impetuoso, desejou naquele instante parar e nunca mais voltar ali, mas ela queria isso. Queria a adrenalina a mil, ser tocada da forma mais excitante possível.
- Então, anjo de cabelos ruivos, você já amou.
- Amo. - corrigiu ela.
- Você é pura?
- Pura em que sentido? - Demi perguntou mas logo sentiu o sorriso daquele ser sexy. - Sim, sou.  
- E como é ser tocada? - Ele a apertou contra si a desceu sua mão ate a bunda de Demetria. Um pequeno gemido foi exprimido por Demi. - Ser desejada? - por baixo do roupão e da camisola dela ele colocou a mão e tocou em sua pele macia como a seda de sua camisola. E ele por fim depositou sua mão por cima da calcinha em sua parte intima, a virou, fez ela ficar abrasada de costas para ele, ele explorou o local por cima do pano, com movimentos extremamente precisos. Demi mordeu o lábio. Os movimentos dos dedos dele começaram a acelerar. Ela estava molhada. - Peça.
- O que? - quase como um gemido Demi perguntou.
- Peça por mais e terá mais, se não...
Demetria se submeterá a isso? 

****************************************************


Gente, vão ser 2 semanas seguidas de provas fodas, espero que entendam minha demora! Desculpem! 
Oq acharam do cp? COMENTEM!
Beijins :*

domingo, 8 de setembro de 2013

Capítulo 7 - Meu lindo sonho.

cp 7

 Demetria terminara de limpar a ala leste do segundo andar com muito cansaço. Evitara qualquer presença durante o trabalho, depois do conturbado primeiro contato com Jonas, ela só gostaria de paz e sossego.  Quando a noite chegou a chuva estava extremamente voraz.
- O jardim está praticamente alagado! - Sra. Wilson reclamava alto na cozinha após o jantar.  - Terminem isso e vão para seus dormitórios. - a irritação estava óbvia em seu linguajar.
Após algum tempo a cozinha estava vazia de empregados Demetria entrou, Rubia fitou seu corpo todo sujo e o pequeno coque.
- Sinto muito, Demetria. - a garota entendeu. - Escolha um quarto. Use o banheiro principal do quinto andar e deixe a porta encostada, providenciarei roupas e uma toalha. Sua família, provavelmente, está ciente. - Rubia observou a janela que sustentava a visão da chuva.
Sem hesitar Demetria fez uma rápida referencia e se direcionou para o quinto andar. Ao subir os andares ela podia observar nas paredes cobertas de veludo negro a sombra dos pingos de chuvas. Os castiçais espalhados pela escadaria iluminavam pouco, porém o suficiente. Quando um trovão soou algo fez com que o coração da menina acelerasse incessantemente. Com relutância ela foi soltando seus cabelos e os cachos caíram... Era como se estatuetas no teto as observasse.
Toc, toc.
- Entre. - na banheira com água quente, Demetria relaxava enquanto via a figura de Rubia deixar um belo vestido amarelo e uma camisola de seda branca, com roupas intimas e necessárias, além de alguns acessórios como escova de dente e cabelo, e sapatos.
- Boa noite, Demetria.
- Obrigada por me hospedar, boa noite. - assim ela se retirou.

Deitada na cama com lençóis de seda tudo e ao mesmo tempo nada se passava pela mente da garota. Ela não gostaria de raciocinar, pois sabia que a levaria abeira da insanidade.  Um ruído se fez presente. Passos. Demetria não conseguia controlar o que estava prestes a fazer, ela calçou os sapatos e simplesmente se esgueirou pela porta, ao encontro dos passos que se espalharam silenciosamente pelo corredor. A figura alta e corpulenta era guiada com determinação. As janelas sem cortinas que acalcavam o teto até o chão era como uma tela da tempestade que caia lá fora. Todos os candelabros estavam apagados, Demetria só conseguia visualizar alguma fisionomia da pessoa que perseguia quando um relâmpago acontecia, a sombra era vista na escadaria com várias estátuas a observando. A inocência guiava Demi, enquanto o outro ser era guiado pelo instinto. E então ambos pararam. Era a ala oeste. A figura parou, Demetria recuou. Havia uma enorme porta de madeira. Uma janela aberta que, apesar, de toda aquela chuva era possível visualizar a luz da lua. Um trovão acompanhado de um relâmpago foi propagado ali perto, a figura estendeu a mão para Demi. Os compassos do coração do corpo que estava debaixo da seda branca eram incrivelmente rápidos.
- Vem comigo? - era uma voz sexy masculina.
Demi não respondeu. Ela tentou observar seu rosto, mas nada, seus olhos estavam de extremos a extremos... Ela balançou a cabeça lentamente em um gesto incompreensível. Deu um passo para frente. Tocou na mão daquele ser, estava tão fria, e logo retirou recuando.  Borboletas voavam no estomago da garota elevada ao extremo de excitação. Queria aquilo... Poder se deixar levar. Mas ela não podia, era a ala oeste. Encolheu a mão e abaixou a cabeça.
- Eu gosto de olhos que sorriem, de gestos que se desculpam, de toques que sabem conversar e de silêncios que se declaram. - a mão que antes estava estendida agora já estava na cintura da moça que tentava enxergar, a puxando. Ele sabe que ela quer isso, seu silêncio apenas provou ainda mais seu desejo.
- Minhas pernas estão bambas... - a voz rouca de Demetria soou.
- Eu te ajudo. Feche os olhos. - Ele a pegou no colo.
As portas de madeira se abriram instantaneamente. Naquele momento ela pertencia a ele. Dentro do mundo dele. Mas... Quem é ele?
E era apenas como um sonho. "Meu lindo sonho." o pensamento de Demetria a deu forças e então fechou os olhos.
                                                        *************

E ai gente, oq acharam do cp? *-* Gostaram? Me desculpa a demora, mas agora eu vou demorar mesmo pra postar. As provas começaram e eu estou sem tempo. Sinto muito :/ Obrigada pelos comentários lindos! :3

Respostas:
Karoline: que fofa você! Muito obrigada... e vai dar um rolo mesmo por um tempo. Mas logo logo tudo vai se explicar. Vc ficará surpresa *-* Gostou desse cp? Sua opinião é importante pra mim. Claro que divulgarei! Beijos.
Kika e Pati: kkkkk obrigada pelo carinho. Postarei sim... Obrigada. Beijos.
Yumi e Rafa: vc não viu nada ainda. Vc gosta? hahahah então vc vai adorar essa! O assasino é quem menos espera. Beijos.
Fã forever: muito obrigad! Beijos.
Anony: muuito safada haha. Beijos...

Divulg de um blog perfect: http://eusonhocomjemi.blogspot.com.br

Comentem! *---------* Beijos.


DEMI, PARABÉNS. Tenho orgulho de você.  Stay strong!

Capítulo 6 - Qual é esta pista?

Cp 6

Joseph não sabia como um anjo de lindos cabelos avermelhados caiu do céu direto para aquele inferno do turbilhão de sentimentos e de desejos carnais. Ele só sabia de uma coisa; ele a quer. Quer devora la e ouvir o grito de seu nome nos braços daquele que a possuirá. Quer retirar toda pureza daquele anjo e transfora la em elemento de possessão. Penetrar em sua alma e a fazer dele.
- Sim, madrinha? - o sorriso falso era óbvio.
- Desça, quero introduzi-lo a nossos novos hóspedes. - ela guinchou no braço do forte cavaleiro que a guiou até a mesa do almoço. - Este é nosso afilhado, Joseph Jonas. Está é a Srta. Hudgens.
- É um prazer conhece-lo. - Vanessa esticou os lábios de maneira travessa.
- O mesmo, senhorita... - os olhos cheios de luxo de Joseph brilharam.
- E o Sr. Efron.
- Já ouvi muito sobre o Sr. - Zac levantou uma sobrancelha ao pronunciar a frase.
- Espero que só coisas boas.
- Talvez...
- Sente se, afilhado. - Sr.Wilson pronunciou sem delongas.
- Já fiz minha refeição, padrinho.
- Faça nos companhia. - Rubia foi mais delicada.
- Estávamos falando de um assunto que o interessa, Joseph. - a informalidade de Ian era evidente - O serial killer.
- O pegaram?
O silêncio no local foi crítico.
- Pretendemos. - Zan o informou.
- Tem alguma pista? - Joseph queria respostas.
Ian limpou o canto da boca e se levantou.
- Com licença. Joseph, faça me o favor. - Ian o chamou.
Joseph fez uma rápida reverencia que logo foi retribuída por todos e então se retirou. Seguindo o Sr. Somerhalder até a sala de música ele os trancou.
- Joe? - a denuncia de que toda formalidade foi jogada fora se presenciou.
- Ian... - Joseph se virou e encarou o piano.
- Temos uma pista.
- Qual é esta pista?
- Você. Joe, seu pai foi morto há 10 anos atrás. Como ele foi morto?
- Afogamento. - frieza era a unica coisa que definia o tom de voz do rapaz.
- 2 anos após a morte de seu pai sua babá de infância foi morta. Como?
- Foi jogada no poço da cidade.
- 3 anos após...
- Minha unica avó viva faleceu no banho.
- 4 anos após...
- Meu irmão morreu com água envenenada.
- Há 10 meses atrás...
- Minha mãe foi morta...
- Alguém a torturou com água ácida. Sabe quem morreu esses dias?
- Sr. Frances. Meu primeiro professor.
- Ele foi acorrentado e jogado no rio. Sabe se lá quem mais morreu nesse período de tempo. Quem vai ser o próximo, Joe? Seu padrinho, o Nick, o Liam? Quem for esse ser tem algo haver com você e algo muito forte.
- Você acha que eu não percebi isso, merda? - Joseph socou o piano de mármore. - Por que você acha que eu estou neste fim de mundo? Estou me escondendo, Ian. - o tom de frieza usado pelo homem virou raiva.
- Mas ele te achou.
- Eu não tenho mais para onde ir. - e o que ele mais poderia temer poderia acontecer.
- Pegaremos este cara. Você só tem que me ajudar. O intervalo entre as mortes de conhecidos está diminuindo, significa que algo aconteceu para ele voltar a tona desta maneira. A assinatura dele é a água.
- Prometo que farei tudo o que puder. - Joseph fitou Ian, que e seguida o abraçou. - Proteja está casa, Ian, por favor.
- Mandarei os meus mais confiáveis guardas. - eles se soltaram. - Cuide se, amigo.
Assim Joseph permanecera sozinho na sala de música.
Nada fazia muito sentido desde a morte de seu pai. Joseph sempre fora forte e sabia se defender, mas quando se tratava de assuntos tão meticulosos com vínculos familiares ele nunca fora o mais indicada para lhe dar com emoções. Seu pai fora seu herói da maneira mais brusca na cabeça de um garoto que era um adolescente quando a morte o acertou, tudo mudara de tal forma que o adolescente teve que instantaneamente se tornar um homem para sustentar a família. E no mês seguindo após o falecimento do pai descobrira que sua mãe estava grávida. Joseph começou a trabalhar, trabalhar em tudo e em qualquer coisa, tudo para conseguir alimentar sua família. Fora ocorrendo um desastre atrás de outro... Até Joseph vir parar onde parou.
A casa dos Jonas sempre fora modesta, pai, mãe, babá, avó e um cachorro. O Sr. Jonas trabalha como agricultor em uma plantação de milho, a mãe cuidava da casa e da educação de Joseph, que nunca fora para a escola, a babá tratava das necessidades do garoto, além de auxiliar na arrumação da casa, e o cachorro sempre fora o sonho de consumo do menor na casa dos Jonas, e quando Joe aos 9 anos ganhou Brutos ele fora realizado. A casa nunca fora tão normal desde então... Risadas, festas e muita alegria prevalecera. 
Sentado em sua poltrona depois de uma segunda feira brava de trabalho o homem observou o filho brincar e sorriu.
- Joe? - o pai queria a atenção do filho.
- Sim, papai? - sem hesitar o menino lhe ofereceu carinho.
- Venha aqui,  - Joe se sentou no colo dos joelhos bambas do pai - posso lhe contar um segredo? - o garoto balançou a cabeça em sinal positivo. - Quando chegar a hora de encontrar sua mulher, meu filho, só garanta uma coisa, ela deve possuir eterna juventude. Não estou falando de beleza, Joe, estou falando do coração. A juventude que ela guardar no coração deve ser eterna. O sorriso, mesmo depois de velha ainda deve existir. A afeição amorosa, mesmo que complicada deve ser demonstrada e presente na união entre vocês. As brincadeiras e a ligação deverá ser tão forte quando ao primeiro toque. Faça dela uma chama de paixão e amor que nunca apagará, mesmo se a vela estiver gasta e exposta a chuva. Nunca esqueça de ser feliz ao lado de quem ama e fazer felicidade. Me promete? 
- Prometo, papai. 
- Quando estivermos velhos e capengas cuidará de mim e de sua mãe como cuidamos de você? E sustentará a família com o que puder?
- Claro, meu pai. 
Naquela mesma noite ele foi morto.
- Sr. Jonas? - a voz aguda se anunciou no comodo. 
- Srta. Hudgens? - ele se virou a encarou a morena com um belo vestido verde, que realçava seu tom de pele e dava vida aos cabelos negros e encaracolados preso a um penteado requintado. - Há que devo a honra?
Vanessa fechou a porta atrás deles. Se aproximou e encarou o olhar ainda triste de Joe, por estar se relembrando do passado. A mulher contornou o peitoral de Joseph com um dedo demonstrando um tanto que de desejo.
- Gostaria de lhe fazer um convite.
- Estou as ordens. - o olhar cabisbaixo cedeu lugar ao sorriso safado.
- Sabe onde é meu quarto? - ela se aproximou de tal maneira que roçou os lábios no pescoço do homem a sua frente.
- Faço uma ideia...
- A porta estará aberta esta noite. - uma mordida foi dada no pescoço exposto do Sr. Jonas, após a Srta. Hudgens se retirou. 
Com a chegada da tarde a chuva começou.
                            ******
Respostas;
Kika; awwwn sua fofa! Ja postei! Espero que goste *-* beijos
Karoline; somos duas! Te deixei esperando muito? Vai valer a pena! Você suspirara muito com essa historia ! Beijos
Scarleer; muita coisa vai rolar! Kkk muita! Obrigada. Beijos.
Fã forever; kkkkkk ninguem agüenta :3  postando# beijos
Giulianna; #postando
Anônimo; obrigada pela divulgação....

E ai garotas, gostaram? Beijos!